10 junho 2023

MAPA DESTE BLOG


Aqui o que tenho a expor é aquilo que me fez pensar de um jeito e não de outro, ou seja, o resultado de minha consciência influenciada pelas condições históricas vigentes, abaixo elencadas:
  1. A (necessidade da ) sustentabilidade;
  2. A física quântica;
  3. O dualismo filosófico e existencial humano;
  4. A projeção astral, a hipnose, a meditação e a EQM;
  5. A realidade virtual e a tecnologia;
  6. Alguns aspectos da realidade atual: a sexualidade humana e sua liberdade; o aumento de casos de transtorno bipolar; o holismo; a Psicologia Transpessoal; o marxismo-leninismo, o objetivismo randiano e o existencialismo sartriano; os gastos com pesquisas em inteligência extra-terrestre, os avistamentos e documentos ufológicos; a dupla personalidade; a proposta da ciência em criar a nova era da humanidade, o antropoceno; a cultura influenciando a biologia; o código binário;    
AS OBRAS JANPOLJAN 

O meu pensamento ou visão de mundo que explico é a nova natureza real da natureza ecológica, que é a natureza que restou da devastação humana, a natureza que esse homem tenta restaurar, quase que em vão, e a natureza nova na cultura, essencialmente difundida aqui, neste blog, nas minhas redes sociais, em meus livros e em minhas obras de arte. 

A nova natureza cultural é o resultado de várias concepções baseadas em condições históricas elencadas pela necessidade da sustentabilidade.
Portanto, tem a ver com essas condições históricas e são elas que vão me fazer criar e organizar essa experiência intelectual.

Entendo que a sustentabilidade (Segundo o Relatório de Brundtland (1987), sustentabilidade é: "suprir as necessidades da geração presente sem afetar a habilidade das gerações futuras de suprir as suas".) é a base para as diversas reformas que as sociedades humanas devem fazer para abrandarem conflitos e estabelecerem relações diversas mais favoráveis à justiça, à distribuição de renda e a soluções políticas menos classistas. A sustentabilidade, ao se propor a solucionar o dilema preservar/desenvolver sem perdas significativas para esses elementos dilemáticos, cria uma base histórica para os seres humanos se dedicarem a propor a solução a outros dilemas que produzem conflitos diversos e que afetam as capacidades da humanidade de satisfazer as suas diversas necessidades. Dilemas tais como capital/trabalho, lucro/salário, Mercado/Estado, concorrência/cooperação, planejamento/liberdade (de uma classe), poder econômico/voto, direita/esquerda, matéria/ideia, concreto/abstrato, essência/existência, movimento/lei, física newtoniana/física quântica, etc, emperram a capacidade de o ser humano de ser mais satisfeito/feliz. Diante de tantos conflitos sustentados pelo oposicionismo, radicalismo e inflexibilidade e outras visões de mundo baseadas nessa unilateralidade, o ser humano precisa ater-se a novas formas de pensar e de agir, e a sustentabilidade, a física quântica, o dualismo filosófico e existencial, a projeção da consciência, as diversas religiões e o humanismo devem ser algumas das fontes de orientação.

É preciso acompanhar a sustentabilidade não apenas no âmbito ecológico-econômico, mas em toda a sua estrutura sócio-ecológica e cultural. O objetivo é uma proposta de reorganização da sociedade valorizando as classes que produzem riquezas nos âmbitos sociais, políticos, econômicos, ecológicos, culturais e humanísticos. O NOVO SOCIAL se baseia em vários princípios, eis alguns deles: (1) A sociedade são as classes que nela existem. (2) A verdade da sociedade de classes é a verdade das capacidades e necessidades dessas classes produtoras de riquezas. (3) A democracia somente se concretiza com a liberdade econômica das classes que produzem riquezas, não apenas com a liberdade do voto. (4) O Estado é a administração dos interesses das classes produtivas e de outras classes sociais, não da classe política que detem o poder. (5) A liberdade econômica também para a classe dos trabalhadores é a única garantia de sua liberdade geral para decidir os rumos da sua sociedade, de classes. (6) A partilha percentual do lucro à classe dos trabalhadores é a única forma de sua liberdade econômica. (7) A classe trabalhadora é a única classe capaz de melhorar a sociedade para todas as classes, quer dizer, para todo o povo. Etc.

Não pretendo ser considerado um pensador da Amazônia, mas apenas um tipo de homem da Amazônia. Ser pensador tem que seguir muitas regras, e por conta de tantas regras que nasci artista. As regras do desenho já romperam por mim! Mas certo rigor ou formalidade ainda se encontram nestas páginas. E é por isso que organizei aqui no início os assuntos principais que falarei no blog. Eles são os seguintes (lembrem se das denominações, eles estarão nas guias das páginas do blog, logo acima):

PÚBLICO ALVO

E para que serve esse site? Que interesse ele despertaria num ser humano? Para falar a verdade não sei! Não fiz nenhuma pesquisa sobre público alvo. E, no entanto, posso sugerir que qualquer pessoa pode se interessar pelo blog. Ou nenhuma. O que não vou achar estranho. Mas acredito que serei visitado. E alguns dos motivos eu elenquei abaixo:

a) Os visitantes que não suportam “achistas” e adoram detoná-los. Esses são os primeiros que poderão visitar o site, pois eles estão sempre caçando motivos para condenar as realidades alternativas, seja para destruir, seja para reconstruir suas novas idéias, como uma musa faz.

b) Aqueles que odeiam filosofias excludentes. Esse público pode ser do tipo que não aguenta mais ouvir a discussão de verdades que falam do mesmo todo. Por exemplo, a discussão de Aristóteles e de Platão, e dos papagaios contemporâneos, sobre a matéria e o encantado mundo das idéias. Quem principia a realidade, a matéria ou a ideia? Excluindo uma da outra, resta um sonho!

c) Os políticos por natureza, tais como eleitores, lideranças comunitárias, estudantes, etc., que não suportam mais a ideia de esquerda e direita, que existem há tanto tempo e não servem mais para nada atualmente. Por exemplo, a esquerda de hoje não é mais revolucionária, então que diferença tem da direita?

d) Os amigos, para dar uma forcinha!

e) Os inimigos para tirar uma forcinha!

f) Navegadores descuidados


O INTERESSE

Talvez o verdadeiro interesse que o site possa despertar, seja naquelas pessoas sem posição diante de assuntos que lhes interessam, mas que não lhes despertam mais a atenção devido ao esgotamento e caducidade ocorridos pelo excesso de oposicionismo entre os seus defensores.
Por exemplo, as pessoas que gostam de política e não suportam mais o oposicionismo entre os capitalistas e os socialistas. Posições que não servem de nada para o povo, pois as estratégias políticas sempre excluem os interesses de uma classe ou outra. As pessoas que não aceitam mais a briga entre brancos e negros, entre hétero e homo, entre machistas e feministas, entre pobres e ricos, entre esquerda e direita, entre abstratos e representativos, entre Deus e o Diabo, entre anjos e demônios, entre católicos e protestantes, entre matéria e ideia, entre essência e existência, entre amor e paixão/sexo, trabalho ou capital, salário ou lucro, amante ou esposa(o), Igreja ou Estado, Mercado ou Estado, Marx ou Rand, individualismo ou coletivismo, racionalismo ou materialismo, egoísmo ou altruísmo. Enfim, todo aquele que está em dúvida sobre que posição tomar em relação ao dualismo arcaico, pode se interessar pelo site, pois ele apresenta o dualismo resolvido, ou morto.

Foi o que aconteceu comigo. Não aguentava mais tanta dúvida. Teorias daqui e teorias dali, brigas de cá e brigas de lá, quem vai ter a razão? Todos, e ao mesmo tempo, ninguém. Ambos falam da mesma coisa, mas de ângulos diferentes, defendendo partes e não o todo. 

Vivemos em época que temos certeza que a pluralidade, imitando a diversidade, é a onda do momento eterno. Já dizia um escritor que se eu tenho apenas uma opção, sou um robô, se tenho duas, vivo em dúvida, o melhor é que se tenha pelo menos três opções. Eu concordo, mas digo o seguinte, que continuemos com as duas , mas sabendo que ambas são parte do mesmo todo e que ambas geram as condições de uma terceira, que é a que deixa livre as duas para funcionarem melhor dentro do todo, mas sem morrer.

AS ABAS, A PÁGINA RECENTE E O ARQUIVO DESTE BLOG
As abas são o espaço onde coloco o essencial do meu pensamento, uma espécie de estrutura de pensamento. A página RECENTE é onde a publicação mais nova aparece que desaparece assim  que nova publicação surgir. O ARQUIVO deste blog é onde você encontrará todas páginas que foram publicadas na página RECENTE, com exceção das publicações que foram postas no ARQUIVO MORTO, que é o local deste site para onde vão publicações que não tem muito a ver com o essencial do blog ou são desatualizadas de mais, como por exemplo, sobre o FÓRUM SOCIAL MUNDIAL em Belém do Pará- Brasil, em 2009.
Então, chegou a hora de adentrarmos no site  A NOVA NATUREZA em suas abas explicando cada uma delas. Ei-las:


RECENTE
O início, como o próprio nome diz é aonde tudo começa. Nessa parte está o mapa do site, como estão vendo.

MEUS LIVROS
Nesta aba apresento os meus livros. Cada livro segue, geralmente, o que instrui as abas deste site. Ou seja, é o assunto aprofundado.

ARTE 
Aqui mostro a minha arte que, geralmente, se baseia nessas ideias mostradas em todo o site, em especial nas abas. A coloquei em terceiro lugar pensando nos cansados de tudo, pois eles sempre não querem ter trabalho demais para encontrar algo. Também pensei que após os livros, as minhas obras de arte são, ou tentam ser, a aplicação sensorial do que penso, a primeira materialização ou aplicação prática, não teórica, de tudo que penso.

APRESENTAÇÃO 
Aqui, como o nome diz, apresento o site.

INTRODUÇÃO
Aqui apresento o que seria A NOVA NATUREZA,  a natureza ecológica, destruída e cansada, somada àquela que tentam reconstruir; bem como a natureza como a nova "essência" das coisas e não coisas do mundo, a natureza geral que, por enquanto, somente eu tento explicar.
Exponho as condições históricas para o nascimento dessas ideias: a sustentabilidade, ou sua necessidade, é a base histórica, seguida de outros acontecimentos importantíssimos, tais como a física quântica, o dualismo filosófico e existencial, a projeção da consciência (âmbito espiritual), entre outros.
Esses acontecimentos diversos baseados em dualidades são a fonte teórica do que apelido HOLORREALISMO, OU A COSMOVISÃO ou ainda a HOLORREALIDADE DE JANPOLJAN.

SUSTENTÁVEL
Aqui expomos a questão da sustentabilidade como CONDIÇÃO HISTÓRICA imprescindível para o pensamento e a arte aqui apresentados. também pode ser mostradas o que se entende aqui como sustentabilidade e o que se pode fazer, nestas orientações, para a preservação do meio ambiente.

METAFÍSICO
Nesta página exponho os conceitos básicos do mundo invisível (não confundir com o mundo espiritual). Os conceitos que principiam e organizam o que chamo de HOLORREALISMO. São, primordialmente, as relações de influências entre a essência, a existência e o meio (espaço-tempo) e o resultado disso como influência no ambiente humano e vice-versa.  Também faz uma relação inexorável entre a essência-existência da metafísica e a preservação-desenvolvimento da sustentabilidade, afirmando que são espelhos material e imaterial do mundo. afirma que o trabalho básico de todos os seres é a preservação e o desenvolvimento.

MÉTODO
Como o próprio nome diz, é o espaço onde mostro o método que utilizo para criar os textos, as explicações, os pensamentos, as ideias e ideais, bem como as artes desse site e os meus livros. São as regras de criação e de interpretação do mundo.

SOCIAL
Agora adentramos no âmbito da sociedade de classes, a nossa sociedade atual. É lógico que aqui explano a sociedade que, pelo método e as "teorias" aqui expostas, não poderia deixar de mostrar a visão particular de uma nova sociedade baseada em um NOVO SOCIAL, na valorização das classes que produzem todas as riquezas e nas consequências que isso dará na sociedade humana, além disso, o que se deveria fazer para livrar as classes produtivas da ambição dos políticos classistas.

TRABALHISMO
Minha aposta é no trabalhismo econômico, o trabalhismo que erradica o poder dos políticos de decidir os rumos da economia dos que produzem riquezas. Um trabalhismo que permite a liberdade econômica da classe dos trabalhadores, ou seja, livrar-se da exploração do capitalista e dos políticos classista, sem no entanto, se dirigir ao viés socialista ou se permitir que o capitalismo continue nesse degrau, mas se propor a renová-lo com um humanismo que começa pela liberdade de fato das classes que produzem as riquezas da sociedade de classes.

POLÍTICO
Nesta aba apresento assuntos estruturais relativos à política das classes, à política que favorecerá às classes que produzem riquezas e ajudará o capitalismo a se tornar humanista. Nesta política, o Estado é ECOLÓGICO, quer dizer, não econômico, ou seja, gerente dos recursos naturais voltados para o lucro; os políticos, a política econômica, os políticos são todos voltados para os interesses das classes que produzem riquezas; a democracia é o poder das classes; etc.

ECONÔMICO
Nesta aba apresento o essencial sobre a proposta econômica para o capitalismo humanista e a liberdade das classes produtivas. A economia das classes precisa de uma doutrina econômica liberal, mas liberal das classes produtivas, quer dizer, trabalhadores e capitalistas. E, para isso, não tem jeito, é necessário permitir que a classe dos trabalhadores tenham também a sua liberdade econômica e que os políticos classistas deixem de existir e mandar onde não têm propriedades para tal.

PSICOLÓGICO
A intenção nesta área do site é se permitir que se apresente o essencial da psique que tenho para pensar do jeito que penso e, ademais, para apresentar a estrutura de uma pretensa psicologia do homem sob a sustentabilidade de fato, sob a metafísica inclusiva, sob uma filosofia sustentável e sob uma sociedade onde as classes estão livres economicamente.

ESPIRITUAL
Nesta aba mostro o essencial sobre o meu pensamento em torno do fator espiritual. O básico é que o homem é um espírito num corpo e que o homem só pode ter experiência espiritual se ele assumir isso e, ao assumir, se permitir sair do corpo (projeção astral) e viver a parte espiritual no próprio mundo do espírito, que não é nessa dimensão especificamente material densa. A intenção é mostrar aqui, na página RECENTE e nos ARQUIVOS(depois de o texto sair da página RECENTE) textos que vão complementando o objetivo do blog, que é mostrar o denomino de LIVRE-ESPIRITUALISMO. Registrarei experiências e técnicas voltadas para a experiência espiritual mais intensa e verdadeira que a humanidade está desperdiçando por conta de dogmatismos, preconceitos, fantasias etc. Além disso, em breve estarei publicando o livro sobre o assunto.

FRASES
Aqui publicarei simplesmente frase aleatórias com ou sem finalidades de complementar a proposta do site.

MEUS VÍDEOS
Como o título desta aba mostra, aqui o assunto são meus vídeos, mas não serão mostrados todos e sim apenas alguns, para não ficar muito pesado. Será apresentado o link para o canal "O HOLORREALISMO" no  Youtube, onde estão todos os meus vídeos.

PROSA E VERSO
A intenção aqui é mostrar textos diversos em prosa ou em versos como uma aplicação do Holorrealismo à literatura. Também posso apresentar algum livro.

PROJETOS
Como o próprio nome diz, aqui serão mostrados PROJETOS que criei, concretizados ou não.

EU
Nesta aba me apresento: nome, profissão, idade, fotografias, sonhos, planos etc.

PREFERÊNCIAS
Aqui, eu não poderia deixar de mostra coisas que gosto, afinal, eu moro no mundo e a cultura desse universo humanos e, quem sabe, em breve, sonho, uma cultura humanoide extraterrena, possa também aparecer aqui como minhas preferências.

ARQUIVO MORTO
Nesta parte do site eu apresento os arquivos que não tem motivo para serem apresentados nos ARQUIVOS deste blog e que, por contarem a história do blog e do meu pensamento, não precisam ser apagados, tendo uma página especial para eles.

O blog J. JANPOLJAN nunca estará completo, pois essa é a missão até que se morra o autor. Tanto ABAS quanto página RECENTE poderão sofrer alterações ao longo do tempo, pois seguirá um conselho da ciência: estar aberto às novas descobertas e contribuições do conhecimento e da tecnologia.

Espera-se que este espaço virtual sirva para algo, menos para aborrecê-lo, pois esta não é a sua intenção.
Por fim, como o meu humor é duplo, triplo ou sei lá como, tudo é escrito para o bom humor.

O MEU PRIMEIRO LIVRO "O LAGO DOS PEIXES ETERNOS"



Uma fábula sobre preservação ambiental e desenvolvimento. Uma historinha contada por um peixe velho, falante e sábio e um jovem pássaro carão. Uma história bem humorada que faz uma relação entre os elementos da sustentabilidade - preservação e desenvolvimento - e os elementos da metafísica - essência e existência. Na historinha contada por esses animaizinhos exponho a meta da preservação ambiental e do desenvolvimento e a sua relação com a nossa vida
sustentabilidade é tão importante para a humanidade que necessitamos ler sobre ela para que tenhamos o máximo de noções que nos deixem aptos a ter ações apropriadas a seu favor. Com isso, aprenderemos sobre o que pode concretizá-la e o que ela pode ajudar a concretizar na vida humana. 
O livro de minha autoria O LAGO DOS PEIXES ETERNOS é uma dessa leituras que, numa linguagem simples, pode nos despertar uma grande ideia e fazer acréscimos em nosso pensamento e ação para ajudar na preservação ambiental e no desenvolvimento da sociedade.

Compre o livro e acompanhe a sustentabilidade na transformação da sociedade humana.




MÚSICA E LITERATURA: O TEMPO E A COMÉDIA DIVINA

Eu ia passando em uma rua de Belém e, quando olhei para a calçada a minha direita, eu vi um homem - parecia um mendigo - com um livro velho na mão. O fato curioso é que a casa que ele estava na frente - eu acho que ele estava pedindo comida - estava tocando a música Time, do Pinky Floyd. Aí olhei bem em sua mão para ver qual era o livro. Era a Divina Comédia, de Dante Alighieri. Bem, mas fiquei curioso com aquilo: um pedinte querendo comer, com um livro clássico nas mãos e a música do Pinky Floyd ao fundo. Tão curioso que perguntou a ele o seguinte: 

— Senhor! Eu não sei exatamente o que tem a ver ouvir bem alto a música "Time", de Pinky Floyd, lendo o começo do livro "A Divina Comédia", de Dante Alighieri. Diga-me, que inspiração eu posso tirar dessas duas coisas? 

Ele me respondeu assim: — Embora a música "Time" de Pink Floyd e o livro "A Divina Comédia" de Dante Alighieri possam parecer desconexos à primeira vista, eles têm algumas semelhanças temáticas e podem inspirar ideias sobre o tempo e a jornada da vida. 

— Tem sentido — eu disse a ele. 


E ele continua: 

— A música "Time" de Pink Floyd é uma reflexão sobre o passar do tempo e como as pessoas muitas vezes se sentem presas em suas rotinas diárias, sem perceber que o tempo está passando rapidamente. O livro "A Divina Comédia" também trata de uma jornada que se passa ao longo do tempo, seguindo uma jornada de Dante através do Inferno, do Purgatório e do Paraíso. Ao longo do caminho, ele encontra muitos personagens que representam diferentes aspectos da vida e da mortalidade. 


— Verdade! — Exclamei. 

— Uma inspiração possível que você pode tirar essas duas obras é a importância de viver plenamente cada momento, em vez de simplesmente deixar a vida passar. Tanto a música quanto o livro sugerem que a vida é preciosa e limitada, e que é importante aproveitar ao máximo cada momento. Eles também mostram que, embora a vida possa ter contraltos e baixos, há sempre a oportunidade de encontrar significado e redenção nessa jornada. 

O homem continua: 

— Nós passamos pela vida e não damos a observação à arte que nos cerca. Nós não damos atenção intelectual às obras profundas que apenas valorizamos com os sentimentos, como boas sensações e às emoções. Nunca raciocinamos sobre o significado intelectual, quando, na verdade, devemos estar atentos a tudo — disse o homem que nem comida tinha. 

Para terminar, ele disse o seguinte: 

— Em última análise, a inspiração que você pode tirar dessas obras depende de como você as interpreta pessoalmente. Mas espero que essa conexão entre as ideias do tempo e da jornada da vida possa ajudá-lo a encontrar alguma inspiração em ambas as obras — Finalizou o maltrapilho homem. 

— Mas espero que essa conexão entre as ideias do tempo e da jornada da vida possa ajudá-lo a encontrar alguma inspiração em ambas as obras — Finalizou o maltrapilho homem. 

Ele olhou bem dentro dos meus olhos e sumiu. 

Fiquei parado ali, olhando para o vazio, refletindo sobre as palavras do mendigo e a conexão entre as duas obras que, à primeira vista, pareciam tão distintas. Mas, agora, eu consegui perceber a relação entre elas: ambas falam da vida, do tempo e da jornada que cada um de nós faz.

Enquanto a música de Pink Floyd alerta para o tempo que passa e que muitas vezes ignoramos, a Divina Comédia de Dante nos mostra que a vida é uma jornada que começa no inferno, passa pelo purgatório e pode chegar ao paraíso.

Mas, afinal, o que é a vida? Será que ela é apenas uma passagem, um breve momento em que estamos aqui para cumprir algum propósito maior? Ou será que ela é um fim em si mesmo, uma oportunidade única de experimentar o mundo e nos descobrirmos como seres humanos?

Essas são perguntas que vêm à mente quando pensamos na vida e no tempo que temos para vivê-la. Talvez a mensagem que o mendigo queria passar era que não devemos nos contentar em apenas viver, mas sim em viver de forma plena e consciente, aproveitando cada momento como se fosse o último.

A arte, como a música e a literatura, pode nos ajudar nessa tarefa, pois nos faz pensar sobre a vida de uma forma mais profunda e reflexiva. Assim, podemos encontrar inspiração para seguir em frente e enfrentar os desafios que surgem em nosso caminho.

Depois de ter olhado para o livro que o mendigo segurava em suas mãos, a Divina Comédia, pensei que talvez a vida seja uma comédia divina, cheia de altos e baixos, risos e lágrimas, mas sempre com a possibilidade de encontrar o caminho para a redenção e a felicidade.

E, ao som da música "Time" de Pink Floyd, senti que o tempo que passa pode ser nosso aliado, se soubermos aproveitá-lo da melhor forma possível. Porque, afinal, a vida é uma jornada única e irrepetível, e cabe a cada um de nós fazer dela o que quisermos.

Aqui eu falei do tempo e da vida que se perde ao fazer-se peça de uma obra na história da Humanidade que não é a sua própria.

Mulher com bolsa esperando o ônibus na Br II e outras fotografias



 "Mulher com bolsa esperando o ônibus".

A mulher com bolsa espera o ônibus
Sua mente fica a divagar pelo caminho
Pensando no trabalho, na vida a caminho
E a vida que espera ou o que ela ainda não conhece

Sua bolsa pesada como seu coração
Tudo que ela tem carrega com ela
Com seu olhar distante mas seu corpo aqui
A espera do ônibus que a levará ao destino

Quem diria que a vida é assim tão cíclica
De desejo e espera, de lutas e lágrimas
Mas ela não desiste e vai lutar
Por seus sonhos e por sua sorte

O ônibus chega e ela embarca
E vai pro seu destino com a cabeça erguida
Ela sabe que vai mais longe e com mais força
E que a vida é tão curta pra ser desperdiçada.





"Mulher com bolsa esperando o ônibus olhando sua vida no espelho".

1.
Mulher com bolsa esperando o ônibus
Olhando sua vida no espelho
As provações, as alegrias
O passado se mistura com o futuro

A vida tão curta, tão efêmera
Onde o que passou já não volta
Mas o que está por vir, ainda não se sabe

Tudo o que se tem é o presente
Onde os sonhos se misturam com o que é real
Para aproveitar o melhor que a vida oferece
Mulher com bolsa esperando o ônibus

2.
Mulher com bolsa esperando o ônibus
Olhando sua vida no espelho
Percebendo as mudanças e as chances
O que se foi e o que ainda falta

O que não se pode recuperar
E o que ainda não se alcançou
Esperando que a vida seja mais do que o que vê

Não há como mudar o passado
Mas o que está por vir, ainda não se sabe
Mulher com bolsa esperando o ônibus
Vendo sua vida no espelho

3.
Mulher com bolsa esperando o ônibus
Olhando sua vida no espelho
As tristezas, as alegrias
Tudo o que foi, o que está e o que pode ser

Refletindo no que foi feito
E o que ainda não se alcançou
Esperando que o futuro seja mais do que o que vê

Não há como mudar o passado
Mas o que está por vir ainda não se sabe
Mulher com bolsa esperando o ônibus
Vendo sua vida no espelho





 

A ARTE DE JANPOLJAN

Serão apresentados, além de minhas obras que consegui fotografar, meus ensaios teóricos nesta direção, tais como a origem ou natureza da arte, sua função e problemáticas em geral conforme tempo dedicado a este assunto belo e complexo, como o exposto abaixo.


Essas são algumas de minhas obras criadas de 2017 a 2018.























OBRA EM FOTOGRAFIA DE JORNAL


Esta é uma de minhas obras que simplesmente sumiram de minha vista. Foi vendida numa exposição em Bragança-Pa Brasil, por ocasião das festividades de São Benedito, em Dezembro de 2011. Essa foto na verdade é uma cópia da fotografia que foi publicada no Jornal O Liberal, no dia 24/25 de dezembro de 2011, no caderno dois.

Pesca em Bragança, 2011, técnica mista, 50cm x 70cm.

OUTRAS OBRAS FIGURATIVAS



" O Aquário", acrílico sobre tela, 2013, 1.50 X 1.10m


 "O AQUÁRIO"

No aquário estão as criaturas
Fazendo um espetáculo de cores
Movendo-se graciosamente em águas puras
Formando um cenário de beleza e encantos

Vemos peixes grandes e pequenos 
E muitas outras espécies grandiosas
Nadando todos juntos em harmonia
E vendo-os é um prazer tão grande

Bonitos e coloridos, alegres e felizes
Eles nos ensinam a viver em paz
Eles nos mostram como a vida pode ser
Com alegria e amor nos corações

O aquário é um lugar mágico
Com uma atmosfera encantadora
E nos deixa tão felizes e contentes
Porque a beleza é uma dádiva divina


"As Flores da Infância", mista e colagem de tela sobre tela, 03/2013, 60 cm x 80 cm.

 "AS FLORES DA INFÂNCIA"

As flores da infância
São pequenas e belas
Trazem alegrias e risos
E me deixam feliz

Lembranças que me encantam
São recordações boas
Lembranças que me emocionam
E me fazem sorrir

Foi tão bom crescer
Num lindo jardim
Ainda lembro das flores
Risos e brincadeiras

Eu queria que o tempo
Pudesse parar
E eu pudesse ficar
Com as flores da infância!

"Dimensões que Causam Loucura", mista s/t, 75 X 65 Cm, 2012.

"AS DIMENSÕES DA LOUCURA"
A loucura é um tema complexo e cercado de controvérsias. O que é loucura para alguns, para outros pode ser somente uma vivência normal. Mas, independentemente da visão que cada um tem dela, é fato que a loucura tem várias dimensões. A loucura pode ser vista como algo positivo, pois ela nos faz crescer. É comum dizer que precisamos de um pouco de loucura para nos levar para outros lugares. Isso porque às vezes é necessário quebrar os paradigmas e experimentar o novo. A loucura também pode ser vista como algo negativo, pois ela pode nos levar a situações de desequilíbrio. Ela pode nos levar a lugares onde não devíamos estar ou a fazer coisas que não deveríamos. É importante ter em mente que a loucura tem suas nuances e que ela pode nos ajudar a crescer, mas também pode nos levar a situações de desequilíbrio. Assim, é necessário encontrar o equilíbrio entre a loucura e a sanidade para que possamos desfrutar de suas dimensões positivas sem cair em loucuras perigosas. Um poema sarcástico sobre dimensões da loucura A loucura é como uma casca de laranja, Um fruto maduro que nos deixa aflorar Toda a singularidade que há dentro de nós Que pode ser um tanto quanto perturbador. Ela nos ajuda a ver o mundo com outros olhos, E nos mostra que nada nessa vida é simples E também que nem sempre o que é certo é o que sabemos E que o louco pode ser o mais sábio dos simples. A loucura nos faz ver o mundo de forma diferente E nos dá a chance de experimentar algo novo Mas ela também pode desequilibrar nossas mentes E nos levar a lugares que não devíamos ir. Assim, é necessário encontrar um meio-termo Entre a loucura e a sanidade, Um equilíbrio que nos permita crescer Sem cair em loucuras perigosas. Dimensões da vida em que parecemos loucos A vida é estranha e cheia de surpresas Cheia de escolhas, perigos e oportunidades E às vezes não há outra escolha senão ser um tanto quanto louco Para se aventurar pelos caminhos que se abrem à nossa frente. Nesse mundo complexo e caótico, É necessário seguir com as armas certas Para enfrentar as armadilhas que a vida nos prepara E encontrar um caminho que nos leve às estrelas. Então, quando a vida te coloca à prova E quando todas as opções parecem más Não desista, pois então é hora de usar O poder da loucura para vencer a batalha. Não tema a loucura, pois ela pode te guiar Por caminhos que você nunca imaginou E te levar a lugares incríveis Em que tudo parece possível.

MOMENTO HISTÓRICO DE MINHA ARTE


A arte tem o seu momento histórico. As descobertas da ciência, os avanços tecnológicos, a posição da religião, as condições econômicas e as discussões mais calorosas do momento são algumas das constantes do momento histórico. E o artista está inserido nesse ambiente.

Eu, como cidadão e artista, estou inserido no momento histórico da pré-sustentabilidade, ou melhor, da sensibilização da necessidade da sustentabilidade. Esta, a sustentabilidade ideal dos grandes órgãos públicos mundiais, segundo o relatório de Brundtland da ONU sobre mudanças climáticas, “é a capacidade de a geração presente de satisfazer suas necessidades, de maneira que as gerações futuras também possam satisfazer as suas”. 
Mas, acredito, ser ela mais que isto. Ela é o momento histórico em que se deve prestar atenção à solução dos dilemas da humanidade: direita e esquerda, em política; abstrato e figurativo, em arte; capital e trabalho, em economia; etc. 
E é importante pensar nessa solução de dilemas orientado pela solução do dilema PRESERVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO da sustentabilidade, porque esta será a estrutura histórica do futuro da humanidade. Mais que isso, essa constante - preservação e desenvolvimento - é a mesma estrutura da metafísica, como nomes diferentes: essência e existência, ambas, respectivamente, responsáveis pela manutenção da identidade do ser e da adequação do ser ao mundo diferente do que está em projeto na essência, ou seja o ser ideal. em outras palavras, a preservação e o desenvolvimento da sustentabilidade é a mesma estrutura da metafísica, esta o fundamento de qualquer filosofia, quer dizer, está aqui os princípios, se não de uma nova filosofia, mas, pelo menos, de uma nova ccosmovisão, no sentido mais simplório da palavra. Mas neste momento, voltemos ao assunto arte.   

O CONTEÚDO

A sustentabilidade real é mais do que o relatório da ONU define. A condição presente/futuro e a meta de satisfação de necessidades humanas podem determinar bases para uma grande e verdadeira revolução cultural no seio da humanidade, revolução esta que pode começar na ambiência ecológico-econômica e adentrar as entranhas de outras áreas doo conhecimento e que já podem estar dando frutos grotescos, como o dualismo nefasto, a espiritualidade não-religiosa agressiva e outras áreas das atividades humanas, como dos eleitores que não se sentem mais à vontade para votar em esquerda ou direita. Começamos essa revolução ao admitirmos, na prática da humanidade, que superamos o dilema preservar a natureza/desenvolver a sociedade econômicamente.

As teorias que orientam a minha arte e todos os conceitos exposto neste blog não surgiram do nada. Eu tive, num tempo de minha vida, beber em fontes teóricas existentes, como a economia da Escola Austríaca, Marxismo-Leninismo, Objetivismo randiano e o Existencialismo sartriano e, mais recentemente, cerca de 15 anos, na sustentabilidade, na física quântica, no dualismo filosófico e existencial humano, nas experiências espirituais sem dogmas religiosos ortodoxos (como o transe hipnótico, a meditação, a projeção astral, a EQM etc), no inconsciente coletivo, e na filosofia oriental. No caso das artes, especialmente em Jackson Pollock e a Action Painting, em Piet Mondrian e o Neoplasticismo e em Andy Warholl e a Pop Art. Essas fontes orientam a minha filosofia de vida que, de tão metódica e concatenada, parece filosofia oficial ou acadêmica, autodenominada de holorrealismo (acho que posso ter o direito de dar nome aos meus filhos, a minha criação.


"A Viagem da Consciência 1", mista s/t, 1.36 X 2.50, 2009.


“Minha arte está no momento histórico da pré-sustentabilidade, mas a minha mente está na sustentabilidade real.”

SOBRE MINHA ARTE


O holorrealismo me dá as respostas às mais diversas questões, inclusive da arte. Para mim, a arte é um produto da atividade lúdica para outrem. O artista brinca para que as pessoas se sintam como a criança se sente ao brincar na frente de seus pais ou outros familiares, vendo-os sorrirem de suas brincadeiras e sentindo bem com isso, mas com um diferencial: o adulto possui uma interatividade madura entre sentidos e intelecto, o que lhe confere um aproveitamento diferente das sensações causadas pelas obras de arte... Quanto à natureza da obra de arte, me arrisco na ideia de que (1) a atividade criadora da existência (metafísica), diante do meio, em defesa da essência metafísica influencia o homem a criar, (2) a memória lúdica infantil diante da alegria dos pais e a (3) (...) a capacidade de criação do Universo, organizando a matéria e trabalhando a energia. Todas essas forças ocultas influenciam, até aqui, de maneira inconsciente, o homem a criar.


"Depois do Fim", 95 X 1. 95 m, mista s/t, 2009.

ALGUMAS CARACTERÍSTICAS DE MINHA ARTE DESTE PERÍODO


O processo de criação deve (1) começar com abstração ou figuração, nascido de alguma influência e reorganizada pelas próprias “crenças”, seguido daquela que não começou (2), contrapor harmonia e caos, (3) complementar com som, por causa do excesso de imagem, inserindo texto, não necessariamente relativo à imagem, pois a obra de arte não é um livro, (5) resolver dualismos com base nas próprias concepções, etc. Essa ordem é livre de uma sintaxe. A seguir algumas obras.



"Interior e Exterior Alternados", mista s/t, 1, 50 m X 1.10 m, 2010. 



"Universo Caótico para Mentes Comedidas", mista s/t,  88 Cm X 1. 86 m, 2010.



"Novos Fundamentos Políticos", mista s/t, 30 Cm X 1.40 m, 2009.



"Anti-Bipolar: Pró-Tripolar", técnica mista s/t, 1. 67m X 57 Cm, 2010.



"Místika" ou  "Nossas Fases", mista s/ tela, 2010.


"Outra Identidade", mista s/tela, 2.29 X 6o Cm, 2009/2012. 


"O Meu Morro Ecológico", 60 Cm X 80 Cm, mista s/t, 2012.



"A Pesca: A Cultura é Mais Pesada que a Gravidade", 60 Cm X 80 Cm,  mista s/t, 2012.


"O Fragmentos de um Dualismo", técnica mista s/t, 60 Cm X 80 Cm, 2012.



"Na Floresta", mista s/t, 60 Cm X 80 Cm, 2012.



"Vaga Lembrança",  mista s/t, 60 Cm X 80 Cm, 2012.



" O Campo", mista s/t, 60 Cm X 80 Cm, 2012.




"Vestido Cósmico", acrílico s/ papelão, 40 Cm X 1.10 m, 2012.




"Novos Fundamentos Econômicos", mista s/t, 32 Cm X 1.09 m, 2012.





"Quantum: O Mundo das Ideias Existe!", mista s/t, 60 Cm X 80 Cm, 2012.



7 OUTRAS CARACTERÍSTICAS DESTE PERÍODO
  1.   Final imprevisto da obra;
  2.  A obra de arte precisa dizer algo ao intelecto, não apenas provocar os sentidos para promover sensações, agradáveis ou não, e precisa gerar pensamento e raciocínio pela leitura do contemplador no signo criado;
  3.  Precisa ter texto para causar raciocínio e som no cérebro;
  4.  Precisa demonstrar liberdade, por isso a divisão e subdivisão do quadro, como se vários em um;
  5.  Deve mostrar que o artista recebeu e digeriu várias influências no ato da confecção da obra, por isso ela parece ser várias obras numa só e as influências do espaço-tempo e da própria consciência também fazem parte da obra;
  6. O artista não tem a completa interpretação do trabalho, ela precisa ser lida pelo contemplador e é ele que dará a última palavra, o artista dá apenas pistas da interpretação da obra, porque  no processo de criação estão muitas influências momentâneas interferindo  na confecção;
  7.   Há um elemento que atravessa o suporte para demonstrar interdependência entre as partes da obra;
  8. Assunto ou temas que não significam nada, pela não intencionalidade e acaso, e há outros que significam tudo, apenas para demonstrar a contradição;

8 ALGUNS CONCEITOS DA NOVA VISÃO DE MUNDO

  1.  Meu princípio de identidade é “A é A e pode ser A1, A2, A3...”
  2.  A consciência reinterpreta a mecânica das inter-relações entre essência e existência e cria os seus processos para o comportamento humano e será reforçada no advento da sustentabilidade real;
  3.  A sociedade é das classes que nela existem.
  4.  A sociedade são as classes sociais existentes.
  5. Se a produção de riquezas é pelas classes produtivas, a sua distribuição é relativamente também dessas classes.
  6.  O corpo nasce com um espírito vivo que tem experiências especiais durante sono. A tarefa de cada homem é tornar-se consciente dessas experiências, controlando-as para o seu crescimento espiritual, independente de uma religião, tornando-se corpo e espírito vivos e conscientemente ativos.
  7. A ética de um homem é a ética da humanidade e a ética da humanidade é a ética de todos os homens.
  8. A verdade do todo é a verdade de suas partes, portanto o conhecimento que despreza alguma parte não é um conhecimento verdadeiro, porque não informa a realidade completa;
  9. Essência e existência em metafísica se identificam com preservação e desenvolvimento em tudo o que é real;
  10. etc.

9 ALGUNS COMENTÁRIOS


ARTE PARA GOSTO ATUAL NA SELVA AMAZÔNICA?

As obras de arte que produzi com vista a vender mais rápido, aqui na selva amazônica, foram obras representativas. Não sei o grau de informação artística que tinham os clientes, mas se quero vender mais rápido, aí tenho que partir para o arcaico. Imagine a minha satisfação! Estar num lugar onde ainda se faz obras de arte tradicional, como se o impressionismo nunca tivesse existido.


PUREZA, IMPUREZA OU NOVA PUREZA

Não sei direito, mas minha arte só me causa satisfação se ela deixa a pureza de lado, quer dizer, se ela deixa de lado essa coisa de rótulo, essa coisa de realista ou não, de ser abstrata ou não, de ser nu artístico, ser isso ou aquilo. O abstrato, EU ACHO, é muito intelectual para mim e o representativo é muito sensorial para mim. O excesso de intelecto na obra é filosofia, o excesso de sentidos é artesanato, e filosofia e artesanato são maravilhosas criações humanas para ficarem distantes um do outro. Prefiro à relação COMPLEMENTAR de elementos opostos à exclusão dos mesmos.

INTELECTO E SENTIDOS

Quero expor minha vida no tocante à arte. Se todo ser humano é capaz de produzir arte e de sofrer as conseqüências de suas enriquecedoras influências, então eu quero produzi-la e conviver com ela de acordo com as minhas capacidades, necessidades e possibilidades sensoriais e intelectuais. Isso significa que ao produzi-la, preciso expor as graças de meu intelecto e de meus sentidos, quer dizer, minha obra de arte não pode excluir expressões típicas de ser humano. Não pode e não deve excluí-las sempre, ou seja, cada obra de arte minha precisa ter os signos que representam esses canais humanos (os sentidos e as faculdades intelectuais). Que tem demais, por exemplo, numa paisagem tradicional? Apenas o apelo aos sentidos, uma espécie de carícia nos olhos para provocar emoções, somente isso! E como fica o meu intelecto? Abandonado? Porque não consigo pensar nada, apenas sentir. È uma obra incompleta para um ser humano que tem tantas capacidades como necessidades, além das possibilidades que a vida oferece, que surgem da relação entre sentidos e intelecto.

ARTE INTELECTUAL OU SENSORIAL?

Não pinto apenas o que vejo. Pinto também o que penso.


REALIDADE EXTERNA E INTERNA

Minha arte não se importa apenas com a realidade externa, mas também com a interna. Não busco apenas retratar as imagens externas, mas as realidades externas numa relação de influências com a realidade interna.
Pintar a realidade externa é muito fácil e um pouco inútil atualmente, pois a máquina fotográfica faz isso muito bem em segundos.
Quando a pintura, ou melhor, o pintor, deixar de se importar mais com o externo em detrimento do interno, e passar a se importar com a interrelação dos opostos e não com a superação, daí ela poderá sobreviver mais algumas centenas de anos.


ARTE COMO GARRAFA VAZIA

A arte é um espaço de algum aspecto da vida do artista. A arte é uma garrafa vazia que cabe qualquer coisa.


MODERNA APENAS PARA NÓS RASILEIROS

A semana de arte moderna foi moderna para nós, não foi moderna para o mundo. Ela foi marcada pela imitação do modernismo europeu.


MINHA ARTE PROCURA POR VOCÊ

Na arte como na vida, eu procuro a reunião ou união de coisas. O branco procura o preto, o ser procura o espaço, este procura o tempo, a essência procura a existência. Então, o meu campo de cor monocromático procura o abstrato multicromático, o meu abstrato procura o figurativo, estes dois, como visualização que são, procuram o auditivo, o auditivo se encontra com o texto, e todos eles procuram você.


A ARTE, O FILHO E O GATINHO NA CATÁSTROFE

Quando há uma catástrofe, os seres humanos não se importam muito em salvar primeiro as coisas, entre elas as obras de arte. Muitas dessas valem milhares de Dólares. Elas tratam de salvar seus filhos, seus pais e avós e até animais de estima, salvam até documentos. Isso, porque as coisas são substituíveis ou dispensáveis. Se as obras de arte não servissem apenas como o supérfluo da vida humana e se elas também continuarem únicas como um filho ou um gatinho, elas também serão salvas na catástrofe.

CONCEITOS DE ARTE E DE FILOSOFIA - ALGO PESSOAL

A todos se perguntam o que é filosofia e o que é arte? As respostas são evasivas e diversas, se não contraditórias. Contra essa dúvida eu criei o meu conceito de arte e de filosofia: a arte é a relação de predomínio da beleza sobre a verdade, expressa pelos sentidos para os sentidos em direção ao intelecto. Por sua vez, a filosofia é a relação de predomino da verdade sobre a beleza, expressa pelo intelecto para o intelecto em direção aos sentidos.
Então, a diferença da arte para a filosofia é o ponto de origem e de direção dos sentidos e do intelecto. Um parte dos sentidos para o intelecto, o outro, o contrário.


10 As obras da Coleção "Tamanho e Documento"


"A Consiência e as Coisas e não-coisas", 2006




"Aflito 01", óleo s/ tela, 2006.



11 Arte a partir da reciclagem: pneus de moto e resto de serraria (madeira) 2011. Coleção "Responsabilidade socioambiental".




"A Última Árvore" ou "Árvore Proibida", acrílico s/ pneu e madeira.




"O Destino", acrílico s/ pneu e madeira.



"A Fuga de Mim Mesmo", acrílico s/ madeira e pneu.


"A Solução do Dualismo", entalhe e acrílico s/ madeira e pneu.



"Tripla Personalidade frente à Psicologia Débil", acrílico s/ pneu e madeira. 


"O Transe", acrílico s/ penu e madeira, 2011.


"Protegida", acrílico s/ pneu e madeira c/ entalhe.


"Liberdade na Consciência", acrílico s/ pneu e duratex. Assinado como J. B. Leal.

12 Arte a partir da reciclagem de garrafas PET e pneu de moto



" O Fim", acrílico s/ PET e pneu.


"O Meio", acrílico s/ PET e pneu.


 " O Começo", acrílico s/ PET e pneu.


13 Coleção "Todos Plugados"



"Escrito nas Estrelas", acrílico s/ tela, 60 X 80 cm, 2011. 

" A Nova Natureza", acrílico s/ tela, 60X  80 cm, 2011. 

"Para Destruir", acrílico s/ tela, 60 X 80 cm, 2011. 

"Entre Forças Diferentes", acrílico s/ tela, 60 X 80 cm, 2011.

"Governados", acrílico s/ tela, 60 X 80 cm, 2011.

"VU-Ponteiro de Potência", acrílico s/ tela, 60 X 80 cm, 2011. 

"Nova Lógica:: A é A e Pode Ser A1, A2, A3..."", acrílico s/ tela, 60 X 80 cm, 2011. 

"Um Paliativo" ou "Placebo", acrílico s/ tela, 60 X 80 cm, 2011.  

"Eu - Onda - Partícula", acrílico s/ tela, 60 X 80 cm, 2011.
"A Riqueza da Classes", acrílico s/ tela, 2011. 


14 Mais arte a partir da reciclagem: materiais diversos



"Lenta de Calmante", mista s/papelão, coleção própria, não vendável. Foi a primeira obra da sequência. 2009.


"Bola de Cristal", 2009. 


"Minha Paisagem", 80 X 60 Cm, Mista sobre tela e  garrafa PET. 2010.


"Aquífero", mista sobre papelão. 2010. 


" A Lógica do Diverso", mista sobre latão. 2009.


"A Lógica do Diverso II", mista sobre latão. 2009. 



"Metamorfose", mista sobre resto de serraria. 2011.


"Metamorfose Humana", mista sobre resto de serraria (madeira). 2011.






15 Obras bem antigas: sobre telas e outras superfície.



"Desvio da Caminhada", mista sobre papel, 2006.




"Dúvida Frente a Dualidade", mista s/ papel. 2006.


"A Briga entre os que Produzem Riquezas", mista s/ papel. 2006


"Devastação", mista s/ papel. 2006.



"O Pensador da Amazônia Devastada", mista s/ papel. 2006.


"Como é uma Árvore? Pergunta feita em 2100", mista s/ papel. 2006.


"Novos Passos", mista s/ papel. 2006.



"O Horror das Invasões Americanas", óleo s/ tela. 2003.


"O Horror das Invasões Americanas II", óleo s/ tela. 2003.

16 PAISAGEM INÚTIL


"Paisagem: Ficção Inútil I", 2010, mista s/ tela.


"Paisagem: Ficção Inútil II", 2010, mista s/ tela.



"Paisagem: Ficção Inútil III", 2010, mista s/ tela



"Paisagem: Ficção Inútil IV", 2010, mista s/ tela


"Ode ao Peixe-boi", mista s/ tela.
Tudo Continua!

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Resumo do Livro — O LIVRE-ESPIRITUALISMO

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