A ARTE DE JANPOLJAN


Serão apresentados, além de minhas obras que consegui fotografar, meus ensaios teóricos nesta direção, tais como a origem ou natureza da arte, sua função e problemáticas em geral conforme tempo dedicado a este assunto belo e complexo, como o exposto abaixo. Tambem serão apresentados os "ismos" de minha estética,  identificada tambem com o nome Holorrealismo (estético) que fundamentam essa visão da arte, tais como Dimensionalismo,  Neo-Fusionismo Polifórmico,  Submodalismo, Rupestre Neon ou Falsa, etc.


SUBMODALISMO — A Arquitetura Interna da Forma



O Submodalismo é o eixo invisível da construção artística e perceptiva. Ele não trata do que aparece na obra, mas de como cada elemento existe sensorial e intelectualmente dentro dela. Trata-se da organização das qualidades internas da experiência — visuais, táteis, espaciais, simbólicas e conceituais — que estruturam a realidade percebida antes mesmo da interpretação consciente.
Em termos essenciais, o Submodalismo afirma que toda forma é resultado de propriedades internas organizadas, e não apenas de contornos externos.
1. O Que São Submodalidades.
Submodalidades são as qualidades fundamentais que dão caráter àquilo que é percebido ou pensado. Elas operam tanto no plano sensorial quanto no plano intelectual.
a) Submodalidades Sensoriais.
São os atributos diretos da percepção:
Cor (matiz, saturação, temperatura).
Brilho e opacidade.
Textura (lisa, áspera, densa, leve).
Peso visual.
Profundidade e distância,
Nitidez ou difusão,
Ritmo e repetição.
Direção e movimento implícito.
Esses elementos não são meros detalhes estéticos — são forças estruturais que moldam como a forma é vivida.
b) Submodalidades Intelectuais.
São as qualidades conceituais que organizam o sentido:
Intensidade simbólica.
Grau de ordem ou caos.
Estabilidade ou tensão.
Unidade ou fragmentação.
Simplicidade ou complexidade.
Silêncio ou ruído conceitual.
Permanência ou transitoriedade.
Essas submodalidades atuam como camadas invisíveis de significado, influenciando a leitura da obra sem se apresentarem como figuras explícitas.
2. O Princípio Central do Submodalismo
O Submodalismo sustenta que:
A realidade visual e conceitual de uma obra é construída de dentro para fora.
Antes de existir como imagem reconhecível, a obra já existe como campo de qualidades organizadas. A forma visível é apenas a cristalização externa de uma arquitetura interna de propriedades.
Assim, uma linha não é apenas uma linha:
ela possui peso, direção, tensão, intenção, ritmo e temperatura perceptiva.
Uma cor não é apenas cor:
ela possui densidade emocional, profundidade espacial e valor simbólico.
3. Submodalismo como Método Criativo.
Aplicado à criação artística, o Submodalismo orienta o artista a trabalhar na origem da experiência, e não apenas na aparência final.
O processo submodal envolve:
1. Escolher as qualidades internas antes das formas externas
(ex.: decidir “leveza difusa e silêncio” antes de escolher cores ou figuras).
2. Organizar coerência entre propriedades sensoriais e intelectuais
(uma textura agressiva combinada com um conceito de serenidade gera tensão deliberada).
3. Construir a unidade da obra por sintonia interna, não por narrativa externa.
Isso faz com que a obra possua presença, e não apenas representação.
4. Diferença Entre Forma Externa e Estrutura Submodal.
Forma Externa Estrutura Submodal.
O que é visto:
Como é sentido e organizado;
Contorno, figura, objeto;
Peso, tensão, densidade, ritmo;
Narrativa visível: Campo interno de qualidades.
Aparência;
Essência; experiencial.
O Submodalismo desloca o foco da imagem como objeto para a imagem como experiência estruturada.
5. Implicações Filosóficas.
O Submodalismo sugere que a própria realidade — não apenas a arte — é vivida através de submodalidades. O mundo não é percebido como dados brutos, mas como configurações qualitativas organizadas pela consciência e pelo contexto.
Assim, ele se torna uma ponte entre:
percepção e significado,
matéria e experiência,
forma e sentido.
Ele revela que a base da realidade vivida não é a coisa isolada, mas o conjunto de qualidades que a tornam experienciável.
6. Essência do Submodalismo em Uma Frase.
Submodalismo é a arte de organizar as qualidades invisíveis que tornam visível qualquer forma.
Ele é a engenharia silenciosa da percepção.
É o que transforma matéria em presença, imagem em experiência, forma em realidade sentida.

Os 12 Princípios Operacionais do Submodalismo.

Aplicações práticas para pintura, composição visual e criação conceitual
O Submodalismo torna-se plenamente efetivo quando deixa de ser apenas uma teoria perceptiva e passa a operar como método consciente de construção da experiência estética e simbólica. A seguir estão os 12 princípios operacionais que permitem aplicar essa abordagem de modo prático e sistemático.
1. Princípio da Primazia Qualitativa.
Antes de decidir formas, decide-se qualidades.
Defina primeiro a atmosfera submodal: densa ou leve, silenciosa ou vibrante, estável ou tensa. A imagem nasce da ambiência interna, não do contorno.
2. Princípio da Coerência Sensorial.
As qualidades visuais devem dialogar entre si.
Textura, cor, peso visual e direção precisam formar um campo coerente de sensação. Uma única submodalidade destoante pode quebrar a unidade perceptiva — a menos que a ruptura seja intencional.
3. Princípio da Correspondência Conceitual.
As submodalidades sensoriais devem corresponder às submodalidades intelectuais.
Se a ideia é “silêncio”, a composição não deve gritar. Se a intenção é “tensão”, o equilíbrio excessivo enfraquece o sentido.
4. Princípio do Peso Invisível.
Todo elemento possui um “peso” perceptivo, independentemente do tamanho.
Cores escuras, texturas densas e formas compactas pesam mais que tons claros e superfícies lisas. Compor é equilibrar pesos invisíveis.
5. Princípio da Direção Implícita.
Linhas, bordas, contrastes e ritmos criam vetores silenciosos.
A obra deve ter fluxo interno, mesmo quando estática. Pergunta-chave: para onde o olhar é conduzido sem perceber?
6. Princípio da Temperatura Perceptiva.
Toda imagem possui temperatura emocional: quente, fria ou neutra.
Ela não depende só da cor, mas da densidade, da proximidade dos elementos e da vibração das formas.
7. Princípio da Respiração Espacial.
Espaços vazios também são submodalidades ativas.
O “vazio” pode aliviar, tensionar, silenciar ou expandir. Não é ausência — é campo de ressonância.
8. Princípio do Ritmo Submodal.
Repetições, intervalos e variações criam pulsação.
Mesmo uma composição minimalista precisa de ritmo interno — alternância entre cheio/vazio, liso/texturizado, claro/escuro.
9. Princípio da Intensidade Graduada.
Submodalidades não devem ser todas máximas.
A força de uma obra está na variação de intensidades. Quando tudo é intenso, nada se destaca; quando tudo é suave, a imagem se dissolve.
10. Princípio da Unidade por Sintonia.
A unidade da obra não depende de tema único, mas de sintonia entre qualidades internas. Elementos distintos podem coexistir se vibrarem na mesma frequência submodal.
11. Princípio da Tensão Significativa.
Contrastes submodais geram significado.
Leve/pesado, liso/áspero, claro/escuro, ordem/caos — a interação desses polos produz experiência viva. Sem tensão, não há profundidade.
12. Princípio da Emergência da Forma
A forma final deve parecer inevitável, não forçada.
Quando as submodalidades estão bem organizadas, a imagem emerge como consequência natural. A forma é o efeito; a submodalidade é a causa.
Síntese Operacional
Aplicar o Submodalismo é trabalhar na camada anterior à imagem.
O artista deixa de “desenhar objetos” para orquestrar qualidades de experiência.
Em termos práticos:
Não comece perguntando “o que vou pintar?”, mas “como essa obra deve ser sentida?”
A resposta a essa pergunta define as submodalidades.
As submodalidades organizadas definem a forma.
E a forma, então, torna-se portadora de realidade vivida.


DIMENSIONALISMO: A Realidade Como Campo de Múltiplas Camadas.


O Dimensionalismo é a compreensão de que nada existe de maneira plana, isolada ou unidirecional. Toda realidade — física, psicológica, social ou simbólica — manifesta-se em dimensões simultâneas, que se cruzam, se influenciam e se reorganizam continuamente.
Não se trata apenas das dimensões clássicas do espaço. Aqui, “dimensão” significa camada de organização da realidade.
Tudo o que existe ocupa, ao mesmo tempo:
uma dimensão material (forma, corpo, estrutura),
uma dimensão energética (força, movimento, intensidade),
uma dimensão informacional (padrões, códigos, organização),
uma dimensão vivencial (experiência, percepção, significado),
e uma dimensão temporal (processo, transformação, continuidade).
Essas dimensões não são separáveis na prática. Elas coexistem como diferentes faces de um mesmo acontecimento.
Um gesto humano, por exemplo, é:
movimento físico,
descarga energética,
comunicação simbólica,
experiência subjetiva,
e evento no tempo.
Tudo isso ao mesmo tempo.
A Superação da Visão Linear.
O Dimensionalismo rompe com a tendência humana de enxergar a realidade de forma fragmentada. Nossa mente costuma escolher apenas uma dimensão por vez — geralmente a material ou a lógica — ignorando as demais camadas que estão atuando simultaneamente.
Isso gera reducionismos como:
explicar o ser humano só pela biologia;
explicar a sociedade só pela economia;
explicar a arte só pela estética;
explicar a mente só pela química cerebral.
O Dimensionalismo propõe uma visão estruturalmente integrada: cada fenômeno é um nó de dimensões sobrepostas.
Dimensões Não São Partes — São Perspectivas da Totalidade.
Importante: dimensões não são pedaços da realidade. Elas são modos de manifestação de um mesmo todo.
Assim como a luz pode se comportar como onda ou partícula dependendo da forma de observação, a realidade também se apresenta de maneiras diferentes conforme a dimensão analisada. A mudança não está no real em si, mas na perspectiva dimensional adotada.
Isso significa que conflitos entre visões de mundo muitas vezes não são contradições absolutas, mas leituras dimensionais diferentes do mesmo fenômeno.
Dimensionalismo na Arte.
Na arte, o Dimensionalismo se manifesta quando a obra não é apenas visual, mas também:
espacial (distribuição e profundidade),
temporal (ritmo, percurso do olhar),
simbólica (camadas de significado),
emocional (ressonância interna),
material (textura, peso, presença física).
Uma pintura não é só imagem. É também objeto, gesto congelado no tempo, energia expressiva e campo simbólico.
A obra se torna um ponto de encontro entre dimensões da matéria e dimensões da consciência.
Dimensionalismo na Vida Humana.
Aplicado à existência, o Dimensionalismo revela que cada situação vivida possui:
uma dimensão prática (o que está acontecendo),
uma dimensão emocional (o que se sente),
uma dimensão simbólica (o que isso representa),
uma dimensão evolutiva (o que isso transforma),
e uma dimensão relacional (como isso conecta sistemas).
Quando uma pessoa enxerga apenas a dimensão imediata de um problema, ela sofre. Quando percebe as outras dimensões envolvidas, surge significado, aprendizado e reorganização.

O Princípio Central.
Nada é apenas o que parece na superfície dimensional onde primeiro se manifesta.
A realidade é sempre mais profunda, mais ampla e mais interligada do que a leitura inicial sugere.
O Dimensionalismo, portanto, não é apenas uma teoria: é um treinamento perceptivo, uma ampliação da consciência para enxergar a sobreposição de camadas que constituem o real.
Ele nos ensina a substituir a pergunta:
“O que isso é?”
por
“Em quais dimensões isso está acontecendo ao mesmo tempo?”
E é nessa mudança de pergunta que a realidade se revela em sua verdadeira complexidade viva.


CONFLUÊNCIAS DAS DIMENSÕES 


Nesta obra, o Dimensionalismo se manifesta como uma fusão contínua entre camadas de realidade que, à primeira vista, pertencem a domínios distintos, mas que aqui se revelam estruturalmente interligados. O oceano e o cosmos não aparecem como cenários separados, e sim como dimensões coexistentes de um mesmo campo existencial.
A parte subaquática não é apenas ambiente marinho. Ela representa a dimensão biológica, orgânica e evolutiva da realidade. Corais, peixes e a presença humana em mergulho indicam vida, adaptação, respiração mediada, interação com um meio denso e fluido. Trata-se da dimensão da experiência encarnada, da matéria viva em movimento.
Ao mesmo tempo, o espaço sideral não surge como um “acima” distante, mas como uma continuidade estrutural do próprio oceano. Galáxias, planetas e poeira cósmica ocupam o mesmo campo visual dos recifes, sugerindo que o que chamamos de “universo exterior” é outra camada da mesma totalidade. Aqui se expressa a dimensão cosmológica e energética, onde escalas imensas e processos astrofísicos dialogam silenciosamente com a vida microscópica e marinha.
O ponto central da obra é a ausência de fronteira rígida entre água e cosmos. A transição é fluida, quase como se o mar se expandisse em espirais galácticas. Essa continuidade visual traduz o princípio dimensionalista de que as divisões são perceptivas, não ontológicas. O que muda é a escala, a densidade e a forma de organização — não a substância fundamental da realidade.
A figura do mergulhador é crucial: ele é o eixo vivencial da composição. Representa a dimensão consciente e perceptiva, o observador que atravessa camadas do real. Embora biologicamente limitado à água, ele está visualmente imerso também no universo cósmico. Isso indica que a consciência humana, mesmo situada num corpo, participa simbolicamente de dimensões muito além do seu alcance físico imediato.
Os cardumes e corais organizam-se como padrões repetitivos e ramificados, enquanto a galáxia espiral ecoa essa mesma lógica estrutural em outra escala. Essa repetição formal sugere a dimensão informacional e estrutural da realidade: padrões que se reiteram do micro ao macro, revelando que diferentes níveis do real compartilham arquiteturas semelhantes.
Há também uma dimensão temporal implícita. O fundo do mar evoca a origem da vida na Terra; o cosmos remete à origem das estrelas e dos elementos químicos que tornam a vida possível. Assim, passado cósmico e presente biológico coexistem no mesmo instante visual. A obra suspende o tempo linear e apresenta o real como um campo simultâneo de processos.
Sob a ótica dimensionalista, portanto, esta pintura não retrata dois mundos, mas múltiplas dimensões de um único processo universal: matéria que se organiza, vida que emerge, consciência que observa e cosmos que sustenta. O oceano é o cosmos em outra densidade; o cosmos é o oceano em outra escala.
A obra ensina, visualmente, que:
toda realidade local é também uma realidade cósmica, vista a partir de uma dimensão específica.

Essas são algumas de minhas obras criadas de 2017 a 2018.


























OBRA EM FOTOGRAFIA DE JORNAL

Esta é uma de minhas obras que simplesmente sumiram de minha vista. Foi vendida numa exposição em Bragança-Pa Brasil, por ocasião das festividades de São Benedito, em Dezembro de 2011. Essa foto na verdade é uma cópia da fotografia que foi publicada no Jornal O Liberal, no dia 24/25 de dezembro de 2011, no caderno dois.

Pesca em Bragança, 2011, técnica mista, 50cm x 70cm.

OUTRAS OBRAS FIGURATIVAS



" O Aquário", acrílico sobre tela, 2013, 1.50 X 1.10m


Esta é uma obra que cativa pela sua dualidade espacial e pela forma como subverte a perspectiva tradicional. Ao observar "O Aquário", somos convidados a navegar por dois mundos que, embora sobrepostos na tela, pertencem a realidades sensoriais distintas.
Aqui está uma análise detalhada dessa peça de 2013:
1. A Divisão de Realidades: O Horizonte e o Abismo
A obra utiliza uma composição em camadas verticais para separar a experiência externa da experiência interna:
 * A Realidade de Cima (A Ilha): No topo, vemos uma linha de horizonte clássica. Uma ilha remota, sob um céu nublado, representa o mundo "real", seco e inalcançável. É uma imagem que evoca isolamento e tranquilidade, funcionando quase como um quadro dentro de outro quadro.
 * A Realidade de Baixo (O Aquário): Ocupando a maior parte da tela, o ambiente subaquático domina a visão. A transição não é suave; há uma linha clara que separa o ar da água, sugerindo que o espectador está mergulhado, olhando através de um vidro ou de uma lente que achata a profundidade.
2. Estilo e Técnica: O "Naïf" Contemporâneo
Com dimensões generosas (1.50 \times 1.10\text{m}), a obra ganha uma presença física imponente. O uso do acrílico permite cores vibrantes e formas bem definidas, características de um estilo que flerta com o primitivismo ou arte Naïf:
 * As Formas: Os peixes e elementos marinhos (corais, estrelas-do-mar) são representados de forma lúdica e bidimensional. Não há uma busca pelo realismo biológico, mas sim pela essência da cor e do movimento.
 * A Paleta: O contraste entre os azuis profundos do fundo e as cores "vivas" (amarelo cítrico, vermelho coral, listras pretas e brancas) cria um dinamismo visual que guia o olhar em zigue-zague pela tela.
3. Simbolismo: O Aquário vs. O Mar
O título "O Aquário" é fundamental para a interpretação. Embora vejamos uma ilha ao fundo (sugerindo o oceano aberto), o título nos lembra da limitação.
> Enquanto a ilha no horizonte representa a liberdade vasta, os peixes em primeiro plano estão contidos. Eles habitam um espaço de cores saturadas e bolhas estáticas, criando uma metáfora sobre como percebemos o que está "perto" versus o que está "longe".
4. Elementos de Destaque
 * As Bolhas: O padrão ascendente de círculos brancos à esquerda traz um ritmo vertical que equilibra a horizontalidade da ilha e do fundo arenoso.
 * A Fauna e Flora: A presença do peixe-anjo (listrado), do coral avermelhado e da estrela-do-mar no canto inferior direito ancora a composição, dando peso visual à base da tela.

A inclusão daquela pequena ilha no topo da tela é o elemento que define toda a arquitetura espacial de "O Aquário". Sem ela, a obra seria uma representação subaquática comum; com ela, a pintura ganha uma complexidade conceitual e visual profunda.
Aqui estão três pontos fundamentais sobre como essa ilha influencia a profundidade da obra:
1. A Criação de um "Fora" e um "Dentro"
A ilha estabelece um ponto de referência de escala. Ao vermos uma massa de terra e árvores tão pequena, nosso cérebro entende imediatamente que ela está a quilômetros de distância.
 * O contraste de escala: A ilha é minúscula em comparação ao peixe-anjo ou ao peixe amarelo no primeiro plano. Isso cria uma "profundidade súbita": o espectador sente que o vidro do aquário (ou a face do mar) está muito próximo, enquanto o mundo exterior está infinitamente longe.
2. A Quebra da Bidimensionalidade
A parte inferior da pintura (o fundo do mar) flerta com o estilo naïf e a bidimensionalidade — os peixes parecem flutuar em planos paralelos à tela.
 * O ponto de fuga: A ilha introduz uma linha de horizonte e uma perspectiva atmosférica (céu e nuvens). Isso "empurra" o topo da tela para trás, criando uma sensação de recuo infinito. Essa tensão entre o fundo do mar "achatado" e o horizonte "distante" faz com que a água pareça ter uma densidade física real, como se estivéssemos olhando através de uma lente espessa.
3. A Ilusão da "Quarta Parede" (O Aquário)
O título da obra ganha força justamente por causa da ilha.
 * Se víssemos apenas os peixes, poderíamos estar mergulhados no oceano.
 * Ao colocar a ilha e o céu no topo, o artista cria uma moldura natural. A parte azul escura e densa passa a ser percebida como o volume de água contido em um recipiente. A ilha funciona como a prova de que existe um mundo exterior seco, reforçando a ideia de que o que vemos abaixo é um ecossistema isolado e preservado — um verdadeiro aquário monumental.
Em resumo:
A ilha atua como uma âncora de realidade. Ela dá ao espectador uma posição fixa: nós não estamos "dentro" da água, estamos observando um corte da natureza onde a vastidão do horizonte (a ilha) e a intimidade do fundo do mar coexistem no mesmo plano visual, criando uma profundidade que é tanto física quanto metafórica.

Essa dualidade entre o "longe" (ilha) e o "perto" (peixes) é o que mais te chama atenção na composição, ou você sente que a ilha traz um sentimento de isolamento para os peixes?



"As Flores da Infância", mista e colagem de tela sobre tela, 03/2013, 60 cm x 80 cm.




MOMENTO HISTÓRICO DE MINHA ARTE


A arte tem o seu momento histórico. As descobertas da ciência, os avanços tecnológicos, a posição da religião, as condições econômicas e as discussões mais calorosas do momento são algumas das constantes do momento histórico. E o artista está inserido nesse ambiente.

Eu, como cidadão e artista, estou inserido no momento histórico da pré-sustentabilidade, ou melhor, da sensibilização da necessidade da sustentabilidade. Esta, a sustentabilidade ideal dos grandes órgãos públicos mundiais, segundo o relatório de Brundtland da ONU sobre mudanças climáticas, “é a capacidade de a geração presente de satisfazer suas necessidades, de maneira que as gerações futuras também possam satisfazer as suas”. 
Mas, acredito, ser ela mais que isto. Ela é o momento histórico em que se deve prestar atenção à solução dos dilemas da humanidade: direita e esquerda, em política; abstrato e figurativo, em arte; capital e trabalho, em economia; etc. 
E é importante pensar nessa solução de dilemas orientado pela solução do dilema PRESERVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO da sustentabilidade, porque esta será a estrutura histórica do futuro da humanidade. Mais que isso, essa constante - preservação e desenvolvimento - é a mesma estrutura da metafísica, como nomes diferentes: essência e existência, ambas, respectivamente, responsáveis pela manutenção da identidade do ser e da adequação do ser ao mundo diferente do que está em projeto na essência, ou seja o ser ideal. em outras palavras, a preservação e o desenvolvimento da sustentabilidade é a mesma estrutura da metafísica, esta o fundamento de qualquer filosofia, quer dizer, está aqui os princípios, se não de uma nova filosofia, mas, pelo menos, de uma nova ccosmovisão, no sentido mais simplório da palavra. Mas neste momento, voltemos ao assunto arte.   

CONTEÚDO

A sustentabilidade real é mais do que o relatório da ONU define. A condição presente/futuro e a meta de satisfação de necessidades humanas podem determinar bases para uma grande e verdadeira revolução cultural no seio da humanidade, revolução esta que pode começar na ambiência ecológico-econômica e adentrar as entranhas de outras áreas doo conhecimento e que já podem estar dando frutos grotescos, como o dualismo nefasto, a espiritualidade não-religiosa agressiva e outras áreas das atividades humanas, como dos eleitores que não se sentem mais à vontade para votar em esquerda ou direita. Começamos essa revolução ao admitirmos, na prática da humanidade, que superamos o dilema preservar a natureza/desenvolver a sociedade econômicamente.

As teorias que orientam a minha arte e todos os conceitos exposto neste blog não surgiram do nada. Eu tive, num tempo de minha vida, beber em fontes teóricas existentes, como a economia da Escola Austríaca, Marxismo-Leninismo, Objetivismo randiano e o Existencialismo sartriano e, mais recentemente, cerca de 15 anos, na sustentabilidade, na física quântica, no dualismo filosófico e existencial humano, nas experiências espirituais sem dogmas religiosos ortodoxos (como o transe hipnótico, a meditação, a projeção astral, a EQM etc), no inconsciente coletivo, e na filosofia oriental. No caso das artes, especialmente em Jackson Pollock e a Action Painting, em Piet Mondrian e o Neoplasticismo e em Andy Warholl e a Pop Art. Essas fontes orientam a minha filosofia de vida que, de tão metódica e concatenada, parece filosofia oficial ou acadêmica, autodenominada de holorrealismo (acho que posso ter o direito de dar nome aos meus filhos, a minha criação.


"A Viagem da Consciência 1", mista s/t, 1.36 X 2.50, 2009.


SUSTENTABILIDADE EM PARTE NA ARTE

“Minha arte está no momento histórico da pré-sustentabilidade, mas a minha mente está na sustentabilidade real.”


Quando afirmo essa frase quero afirmar quero dizer que ela está relacionada ao contexto da preocupação ambiental e da sustentabilidade, e sugere que estou - ou qualquer artista pode estar - criando em uma época em que a sociedade ainda não adotou práticas sustentáveis, mas que o pensamento e visão de mundo já estão voltados para essa questão.

Do ponto de vista científico, a sustentabilidade refere-se à capacidade de se manter um equilíbrio entre as necessidades do ser humano e a preservação do meio ambiente, de forma a garantir a qualidade de vida das gerações presentes e futuras. É uma questão que envolve a compreensão dos limites dos recursos naturais e a necessidade de adoção de práticas mais responsáveis ​​e conscientes.

Do ponto de vista filosófico, a questão da sustentabilidade também está relacionada com a ética e a responsabilidade do ser humano em relação à natureza. A filosofia ambiental, por exemplo, questiona a visão antropocêntrica que coloca o ser humano no centro de tudo, e propõe uma visão mais ecocêntrica, que reconhece a importância da preservação do meio ambiente em si mesmo.

Assim, a frase em questão sugere que o artista está consciente da importância da sustentabilidade e das questões ambientais, mesmo que a sociedade ainda não tenha se adequado completamente a essas demandas. Nesse sentido, pode-se interpretar que o seu trabalho artístico representa um convite para que as pessoas reflitam sobre a necessidade de mudança e adotem práticas mais agradáveis, e não totalmente se pode produzir uma arte completamente SUSTENTÁVEL, até porque, os materiais industrializados ainda não são de todo produzidos.

SOBRE MINHA ARTE

O holrrealismo me dá as respostas às mais diversas questões, inclusive da arte. Para mim, a arte é um produto da atividade lúdica para outrem. O artista brinca para que as pessoas se sintam como a criança se sente ao brincar na frente de seus pais ou outros familiares, vendo-os sorrirem de suas brincadeiras e sentindo bem com isso, mas com um diferencial: o adulto possui uma interatividade madura entre sentidos e intelecto, o que lhe confere um aproveitamento diferente das sensações causadas pelas obras de arte... Quanto à natureza da obra de arte, me arrisco na ideia de que (1) a atividade criadora da existência (metafísica), diante do meio, em defesa da essência metafísica influencia o homem a criar, (2) a memória lúdica infantil diante da alegria dos pais e a (3) (...) a capacidade de criação do Universo, organizando a matéria e trabalhando a energia. Todas essas forças ocultas influenciam, até aqui, de maneira inconsciente, o homem a criar.


"Depois do Fim", 95 X 1. 95 m, mista s/t, 2009.

ALGUMAS CARACTERÍSTICAS DE MINHA ARTE DESTE PERÍODO

O processo de criação deve (1) começar com abstração ou figuração, nascido de alguma influência e reorganizada pelas próprias “crenças”, seguido daquela que não começou (2), contrapor harmonia e caos, (3) complementar com som, por causa do excesso de imagem, inserindo texto, não necessariamente relativo à imagem, pois a obra de arte não é um livro, (5) resolver dualismos com base nas próprias concepções, etc. Essa ordem é livre de uma sintaxe. A seguir algumas obras.



"Interior e Exterior Alternados", mista s/t, 1, 50 m X 1.10 m, 2010. 



"Universo Caótico para Mentes Comedidas", mista s/t,  88 Cm X 1. 86 m, 2010.



"Novos Fundamentos Políticos", mista s/t, 30 Cm X 1.40 m, 2009.



"Anti-Bipolar: Pró-Tripolar", técnica mista s/t, 1. 67m X 57 Cm, 2010.



"Místika" ou  "Nossas Fases", mista s/ tela, 2010.


"Outra Identidade", mista s/tela, 2.29 X 6o Cm, 2009/2012. 



"O Meu Morro Ecológico", 60 Cm X 80 Cm, mista s/t, 2012.



"A Pesca: A Cultura é Mais Pesada que a Gravidade", 60 Cm X 80 Cm,  mista s/t, 2012.



"O Fragmentos de um Dualismo", técnica mista s/t, 60 Cm X 80 Cm, 2012.



"Na Floresta", mista s/t, 60 Cm X 80 Cm, 2012.



"Vaga Lembrança",  mista s/t, 60 Cm X 80 Cm, 2012.



" O Campo", mista s/t, 60 Cm X 80 Cm, 2012.



"Vestido Cósmico", acrílico s/ papelão, 40 Cm X 1.10 m, 2012.



"Novos Fundamentos Econômicos", mista s/t, 32 Cm X 1.09 m, 2012.



"Quantum: O Mundo das Ideias Existe!", mista s/t, 60 Cm X 80 Cm, 2012.


OUTRAS CARACTERÍSTICAS DESTE PERÍODO
  1.   Final imprevisto da obra;
  2.  A obra de arte precisa dizer algo ao intelecto, não apenas provocar os sentidos para promover sensações, agradáveis ou não, e precisa gerar pensamento e raciocínio pela leitura do contemplador no signo criado;
  3.  Precisa ter texto para causar raciocínio e som no cérebro;
  4.  Precisa demonstrar liberdade, por isso a divisão e subdivisão do quadro, como se vários em um;
  5.  Deve mostrar que o artista recebeu e digeriu várias influências no ato da confecção da obra, por isso ela parece ser várias obras numa só e as influências do espaço-tempo e da própria consciência também fazem parte da obra;
  6. O artista não tem a completa interpretação do trabalho, ela precisa ser lida pelo contemplador e é ele que dará a última palavra, o artista dá apenas pistas da interpretação da obra, porque  no processo de criação estão muitas influências momentâneas interferindo  na confecção;
  7.   Há um elemento que atravessa o suporte para demonstrar interdependência entre as partes da obra;
  8. Assunto ou temas que não significam nada, pela não intencionalidade e acaso, e há outros que significam tudo, apenas para demonstrar a contradição;

ALGUNS CONCEITOS DA NOVA VISÃO DE MUNDO

  1.  Meu princípio de identidade é “A é A e pode ser A1, A2, A3...”
  2.  A consciência reinterpreta a mecânica das inter-relações entre essência e existência e cria os seus processos para o comportamento humano e será reforçada no advento da sustentabilidade real;
  3.  A sociedade é das classes que nela existem.
  4.  A sociedade são as classes sociais existentes.
  5. Se a produção de riquezas é pelas classes produtivas, a sua distribuição é relativamente também dessas classes.
  6.  O corpo nasce com um espírito vivo que tem experiências especiais durante sono. A tarefa de cada homem é tornar-se consciente dessas experiências, controlando-as para o seu crescimento espiritual, independente de uma religião, tornando-se corpo e espírito vivos e conscientemente ativos.
  7. A ética de um homem é a ética da humanidade e a ética da humanidade é a ética de todos os homens.
  8. A verdade do todo é a verdade de suas partes, portanto o conhecimento que despreza alguma parte não é um conhecimento verdadeiro, porque não informa a realidade completa;
  9. Essência e existência em metafísica se identificam com preservação e desenvolvimento em tudo o que é real;
  10. etc.

ALGUNS COMENTÁRIOS


1 - ARTE PARA GOSTO ATUAL NA SELVA AMAZÔNICA?

As obras de arte que produzi com vista a vender mais rápido, aqui na selva amazônica, foram obras representativas. Não sei o grau de informação artística que tinham os clientes, mas se quero vender mais rápido, aí tenho que partir para o arcaico. Imagine a minha satisfação! Estar num lugar onde ainda se faz obras de arte tradicional, como se o impressionismo nunca tivesse existido.


2 - PUREZA, IMPUREZA OU NOVA PUREZA

Não sei direito, mas minha arte só me causa satisfação se ela deixa a pureza de lado, quer dizer, se ela deixa de lado essa coisa de rótulo, essa coisa de realista ou não, de ser abstrata ou não, de ser nu artístico, ser isso ou aquilo. O abstrato, EU ACHO, é muito intelectual para mim e o representativo é muito sensorial para mim. O excesso de intelecto na obra é filosofia, o excesso de sentidos é artesanato, e filosofia e artesanato são maravilhosas criações humanas para ficarem distantes um do outro. Prefiro à relação COMPLEMENTAR de elementos opostos à exclusão dos mesmos.

3 - INTELECTO E SENTIDOS

Quero expor minha vida no tocante à arte. Se todo ser humano é capaz de produzir arte e de sofrer as conseqüências de suas enriquecedoras influências, então eu quero produzi-la e conviver com ela de acordo com as minhas capacidades, necessidades e possibilidades sensoriais e intelectuais. Isso significa que ao produzi-la, preciso expor as graças de meu intelecto e de meus sentidos, quer dizer, minha obra de arte não pode excluir expressões típicas de ser humano. Não pode e não deve excluí-las sempre, ou seja, cada obra de arte minha precisa ter os signos que representam esses canais humanos (os sentidos e as faculdades intelectuais). Que tem demais, por exemplo, numa paisagem tradicional? Apenas o apelo aos sentidos, uma espécie de carícia nos olhos para provocar emoções, somente isso! E como fica o meu intelecto? Abandonado? Porque não consigo pensar nada, apenas sentir. È uma obra incompleta para um ser humano que tem tantas capacidades como necessidades, além das possibilidades que a vida oferece, que surgem da relação entre sentidos e intelecto.

4 - ARTE INTELECTUAL OU SENSORIAL?

Não pinto apenas o que vejo. Pinto também o que penso.


5 - REALIDADE EXTERNA E INTERNA

Minha arte não se importa apenas com a realidade externa, mas também com a interna. Não busco apenas retratar as imagens externas, mas as realidades externas numa relação de influências com a realidade interna.
Pintar a realidade externa é muito fácil e um pouco inútil atualmente, pois a máquina fotográfica faz isso muito bem em segundos.
Quando a pintura, ou melhor, o pintor, deixar de se importar mais com o externo em detrimento do interno, e passar a se importar com a interrelação dos opostos e não com a superação, daí ela poderá sobreviver mais algumas centenas de anos.

6 - ARTE COMO GARRAFA VAZIA

A arte é um espaço de algum aspecto da vida do artista. A arte é uma garrafa vazia que cabe qualquer coisa.


7 - MODERNA APENAS PARA NÓS BRASILEIROS

A semana de arte moderna foi moderna para nós, não foi moderna para o mundo. Ela foi marcada pela imitação do modernismo europeu.


8 - MINHA ARTE PROCURA POR VOCÊ

Na arte como na vida, eu procuro a reunião ou união de coisas. O branco procura o preto, o ser procura o espaço, este procura o tempo, a essência procura a existência. Então, o meu campo de cor monocromático procura o abstrato multicromático, o meu abstrato procura o figurativo, estes dois, como visualização que são, procuram o auditivo, o auditivo se encontra com o texto, e todos eles procuram você.


9 - A ARTE, O FILHO E O GATINHO NA CATÁSTROFE

Quando há uma catástrofe, os seres humanos não se importam muito em salvar primeiro as coisas, entre elas as obras de arte. Muitas dessas valem milhares de Dólares. Elas tratam de salvar seus filhos, seus pais e avós e até animais de estima, salvam até documentos. Isso, porque as coisas são substituíveis ou dispensáveis. Se as obras de arte não servissem apenas como o supérfluo da vida humana e se elas também continuarem únicas como um filho ou um gatinho, elas também serão salvas na catástrofe.

10 - CONCEITOS DE ARTE E DE FILOSOFIA - ALGO PESSOAL

A todos se perguntam o que é filosofia e o que é arte? As respostas são evasivas e diversas, se não contraditórias. Contra essa dúvida eu criei o meu conceito de arte e de filosofia: a arte é a relação de predomínio da beleza sobre a verdade, expressa pelos sentidos para os sentidos em direção ao intelecto. Por sua vez, a filosofia é a relação de predomino da verdade sobre a beleza, expressa pelo intelecto para o intelecto em direção aos sentidos.
Então, a diferença da arte para a filosofia é o ponto de origem e de direção dos sentidos e do intelecto. Um parte dos sentidos para o intelecto, o outro, o contrário.

AS OBRAS DA SÉRIE "TAMANHO NÃO É DOCUMENTO".

"A Consiência e as Coisas e não-coisas", 2006



"Aflito 01", óleo s/ tela, 2006.

ARTE A PARTIR DE RECICLAGEM OU REAPROVEITAMENTO

Arte a partir da reciclagem: pneus de moto e resto de serraria (madeira) 2011. Da série "Responsabilidade socioambiental".




"A Última Árvore" ou "Árvore Proibida", acrílico s/ pneu e madeira.




"O Destino", acrílico s/ pneu e madeira.



"A Fuga de Mim Mesmo", acrílico s/ madeira e pneu.


"A Solução do Dualismo", entalhe e acrílico s/ madeira e pneu.



"Tripla Personalidade frente à Psicologia Débil", acrílico s/ pneu e madeira. 


"O Transe", acrílico s/ penu e madeira, 2011.


"Protegida", acrílico s/ pneu e madeira c/ entalhe.


"Liberdade na Consciência", acrílico s/ pneu e duratex. Assinado como J. B. Leal.


ARTE A PARTIR DO REAPROVEITAMENTO

Arte a partir da reciclagem de garrafas PET e pneu de moto.



" O Fim", acrílico s/ PET e pneu.


"O Meio", acrílico s/ PET e pneu.


 " O Começo", acrílico s/ PET e pneu.

DA SERIE  "Todos Plugados"


"Escrito nas Estrelas", acrílico s/ tela, 60 X 80 cm, 2011. 

" A Nova Natureza", acrílico s/ tela, 60X  80 cm, 2011. 

"Para Destruir", acrílico s/ tela, 60 X 80 cm, 2011. 

"Entre Forças Diferentes", acrílico s/ tela, 60 X 80 cm, 2011.

"Governados", acrílico s/ tela, 60 X 80 cm, 2011.

"VU-Ponteiro de Potência", acrílico s/ tela, 60 X 80 cm, 2011. 

"Nova Lógica:: A é A e Pode Ser A1, A2, A3..."", acrílico s/ tela, 60 X 80 cm, 2011. 

"Um Paliativo" ou "Placebo", acrílico s/ tela, 60 X 80 cm, 2011.  

"Eu - Onda - Partícula", acrílico s/ tela, 60 X 80 cm, 2011.
"A Riqueza da Classes", acrílico s/ tela, 2011. 

ARTE A PARTIR DO REAPROVEITAMENTO 

Mais arte a partir da reciclagem: materiais diversos


"Lenta de Calmante", mista s/papelão, coleção própria, não vendável. Foi a primeira obra da sequência. 2009.


"Bola de Cristal", 2009. 


"Minha Paisagem", 80 X 60 Cm, Mista sobre tela e  garrafa PET. 2010.


"Aquífero", mista sobre papelão. 2010. 


" A Lógica do Diverso", mista sobre latão. 2009.


"A Lógica do Diverso II", mista sobre latão. 2009. 


"Metamorfose", mista sobre resto de serraria. 2011.


"Metamorfose Humana", mista sobre resto de serraria (madeira). 2011.




OBRAS BEM ANTIGAS SOBRE TELA OU OUTRAS SUPERFIES
 

"Desvio da Caminhada", mista sobre papel, 2006.


"Dúvida Frente a Dualidade", mista s/ papel. 2006.


"A Briga entre os que Produzem Riquezas", mista s/ papel. 2006


"Devastação", mista s/ papel. 2006.


"O Pensador da Amazônia Devastada", mista s/ papel. 2006.


"Como é uma Árvore? Pergunta feita em 2100", mista s/ papel. 2006.


"Novos Passos", mista s/ papel. 2006.


"O Horror das Invasões Americanas", óleo s/ tela. 2003.


"O Horror das Invasões Americanas II", óleo s/ tela. 2003.

DA SÉRIE "PAISAGEM INÚTIL".


"Paisagem: Ficção Inútil I", 2010, mista s/ tela.


"Paisagem: Ficção Inútil II", 2010, mista s/ tela.


"Paisagem: Ficção Inútil III", 2010, mista s/ tela


"Paisagem: Ficção Inútil IV", 2010, mista s/ tela


"Ode ao Peixe-boi", mista s/ tela.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Seu comentário, de qualquer forma, é bem vindo.

POSTAGEM EM DESTAQUE

Resumo do Livro — O LIVRE-ESPIRITUALISMO

 . O Livre-Espiritualismo é uma obra de filosofia espiritual que se funda no Holorrealismo como nova chave de leitura da existência, do espí...