10 junho 2023

A natureza, obra de arte

A Natureza é a arte do Universo,

Cria quase abstrata,

Apesar da imensidão de energia.

Cores profundas,

Formas sem igual.

A brisa suave é pincelada de amor,

E o sol dourado é um quadro divinal.


A vida na floresta é poesia viva,

Com melodias de aves em harmonia.

A água límpida, a alma cativa,

Num bailado em que a paz irradia.

A arte humana é inspirada na Natureza,

Paisagens, retratando a vida pulsante,

Flora e fauna.


Escultura em matéria bruta,

Árvores derrubadas pelo vento e o tempo,

Pedras polidas pelo espaço,água corrente.


Nada é significado à perfeição da Criação,

O universo em movimento constante.

A natureza, obra de arte em ação,

Nunca finalizada.

É maior que si mesmo,

Um imenso quadro no museu,

Museu da escuridão gélida do espaço sideral.


E nós, meros espectadores deslumbrados,

Tontos diante do apenas imaginado.

Contemplar, preservar,

Cada árvore, cada rio, ser vivo.

Na natureza, nosso lar.

Quanto à imensidão, olhar, imaginar, pensar e sentir,

É tudo que nos resta.

O DESERTO DE CADA UM (DO LIVRO "MARTE. MINHA MORTE OU MINHA SORTE?)


O DESERTO DE CADA UM
(Do meu livro "Marte. Minha Morte ou Minha Sorte?

Neste exato momento
Sobrevoamos o Planeta Terra,

Sobrevoamos os seus desertos.

Espantosamente,
Entramos em nosso próprio deserto,
O deserto de cada um.
Um deserto escondido
Dentro da alma
E que ninguém pode sobrevoar.
Tão cheio de mistério
E beleza
Como o deserto que o Universo apresenta
Aos viajantes do espaço interminável.

Tão linda beleza!
De inesgotável beleza
E mistério,
A Terra com sua névoa azulada,
Seu espírito supremo,
Quântico ou místico,
E nós,
Que há pouco lá tramávamos
Para sobreviver melhor que os outros
Seres humanos.

Agora,
E para sempre,
Deveremos guardar tais lembranças
Em nossas almas
Para alimentar a esperança
De um dia a missão acabar
E de um dia voltar
Ou de pelo menos
Acalmar nossos ânimos marcianos.

Poderíamos voltar se os Navegantes Estelares,
Doutros planetas,
Vizinhos ou não,


Resolvessem aparecer.


Se eles fossem intrometidos,
Como todo deus não é,
E intervissem em nossa missão
E nos salvassem a todos os sobreviventes,
Trazendo-nos de volta
Ao maravilhoso seio da humanidade
Problemática humanidade.
Ou,
Talvez,
Nos deixando no Lado Escuro da Lua.

Estupefatos agora
Pela visão de tamanha beleza,
Rodeado de um silêncio,
Tão profundo silêncio,
Que podemos ouvir
As batidas do coração do outro
Aqui dentro de nossa nave.
Aceleradas batidas de corações.

Um lindo e gigantesco oceano
De vida.
E os nossos pensamentos mais profundos
Sobre a Terra e seus seres,
Humanos ou não,
Sobre nossas mais belas ideias
Em prol de algo mais superior,
Que é a vida em toda a sua plenitude divina,
Divinamente humana.
Um maravilhoso e gigantesco oceano
Repleto de vida desconhecida.
Barcos e navios,
Cada qual com seus espíritos
De ganância ou de sobrevivência,
Mas cada um naquela solidão turbulenta,
Solidão temporária,
Contrária a nossa
Aqui em cima,
Como anjos sem poderes,
Como deuses imaginários,
Sobre a humanidade.

As florestas que vemos,
Lindo verde espalhado
E agredido a cada segundo,
E nossos desejos sustentáveis,
Sobre a estrutura da sustentabilidade:
Da solução do dilema
Preservação e desenvolvimento,
Intimo da mudança e da identidade,
Do movimento e das leis
Na estrutura invisível das coisas,
Ontologia divina,
Encapsuladas pela essência e a existência,
Obra de uma metafísica sustentável e inclusiva.

Essas florestas gigantescas florestas
São,
A aqui de cima,
Apenas um lodo sobre uma gigantesca bola,
Cheia de vida
De todos os tipos,
Que flutua lentamente


No negro mar escuro do Cosmos.

E não há mais necessidade de dizer
Algo a alguém.
Apenas o diário
Será nosso amigo mais íntimo
Que poderemos contar
Até o fim de nossas vidas.
Nós não temos mais orgulho!
Aquele orgulho pueril,
Tão infantil que devíamos ter,
Porque o capitalismo não humanizado
Impunha-nos esse sentimento tão tolo a todos.
Oh, triste capitalismo primitivo!
Um dia será humanizado
Com a liberdade para todos,
Apenas a todos que produzem
As riquezas materiais da Terra,
Jamais para os vagabundos bem vestidos!

É tudo tão gigante!
Meus olhos lagrimam
Por não poderem ver tudo
E admirar tudo
De uma única vez,
Como numa página de um catálogo de arte.

E a cada momento,
Segundos,
Infinitos segundos
Que mais parecem horas,
Distanciamos-nos de nossa meta
De simples seres humanos distraídos em viver,
Em acumular histórias,
Em participar da história,
Quase sempre como engrenagens
De uma máquina perversa
Ou como uma ovelha deum rebanho
Com um malvado pastor.
Distanciamo-nos para darmos adeus,
Definitivamente,
Aos desígnios de Deus,
Submerso em Sua Santíssima Vontade
Para nos lançarmos ao profundo de Sua obra,
Bem longe,
Para nós,
Agora,
 Ex-humanos,
Daquilo que outrora a ignorância humana
Acreditara ser a única
Obrigação do Homem para com Deus,
Nessa parte do Universo!

Que maravilhosa é a vida!
Que maravilhosa é a Terra!
Que maravilhosa é a misteriosa Criação!
Tão maravilhoso quanto o Arquiteto do Universo!
Fontes de alegria esplendorosa,
Como a alegria de uma criança
E a alegria de um adulto diante de uma criança.

Na Terra se criam muitas discórdias.
Talvez seja porque ninguém conhece tamanha grandeza
Aqui em cima.
Além disso,
O Homem anda cabisbaixo
Procurando suas moedas.
Tanta ambição
E preguiça
Que o faz querer viver à custa dos outros
Em instituições que povo
Ou parte dele acredita ser do bem
E que não passam de produto
Da capacidade de alguns seres humanos
De viver abundantemente
Do esforço dos outros
Que tem boa fé.

E,
Como sempre,
Lá no fundo do Universo,
À espreita,
Como guardas ou policiais do espaço sideral,
Uma linda luz azulada
Correndo velozmente
De uma parte para outra sobre a Terra,


Que estaciona por alguns minutos


Deixando ver a sua silhueta ufológica
Produzindo um misto de medo
E êxtase
Pelo que isso significa:
A existência de vida inteligente além da humana,
A possibilidade de salvamento
Caso a humanidade acelere a sua autodestruição
E a possível salvação de nossa equipe em Marte.
Mas,
Mais que isso,
A possibilidade,

Na comprovação lá na Terra...

MODELOS DE LIVROS OPOSTOS

Aqui, eu quis brincar fazendo um texto oposto à obra de grandes clássicos da literatura mundial.


1

Um livro que seja completamente oposto ao livro "Os Miseráveis", ​​de Victor Hugo.

Capítulo 1: A Felicidade Sem Limites

O sol brilhava no céu sem nuvens, e estava repleto de risos e música. As pessoas caminhavam pelas ruas com sorrisos radiantes em seus rostos, desfrutando da vida ao máximo. Não havia miséria ou sofrimento em algum lugar. Tudo era alegria e paz.

Capítulo 2: Um Mundo Sem Conflitos

Todos se davam bem em harmonia, sem sentimentos ou conflitos. As pessoas eram dolorosas e tolerantes, aceitando uns aos outros por quem eram, sem julgamentos ou preconceitos. As diferenças eram celebradas, e a diversidade era valorizada.

Capítulo 3: O Poder do Dinheiro

O dinheiro era disponível e acessível a todos. As pessoas gastavam livremente, comprando tudo o que desejavam, sem se preocupar com o preço. Não havia pobreza, nem necessidade de trabalhar duro para ganhar a vida. A felicidade e o prazer eram medidos pela quantidade de dinheiro que se tinha.

Capítulo 4: A Beleza da Perfeição

Tudo era perfeito e impecável. As pessoas eram belas e jovens para sempre, e não havia imperfeições ou defeitos em nada. O mundo era limpo e ordenado, sem sujeira ou desordem. A perfeição era a norma, e qualquer coisa que não fosse perfeita era rejeitada ou descartada.

Capítulo 5: Ausência de Sofrimento

Não havia dor, nem sofrimento, nem tristeza. As pessoas viviam vidas plenas e sem preocupações, sem nunca ter que enfrentar a adversidade ou a dificuldade. Não havia necessidade de lutar ou superar obstáculos. Tudo era fácil e simples.

Capítulo 6: A Ignorância é a Felicidade

Não havia necessidade de aprender ou crescer. As pessoas eram felizes em sua obediência, sem nunca questionar ou desafiar as coisas como elas eram. A educação e o conhecimento eram necessários, e o pensamento crítico era considerado uma ameaça à felicidade.

Capítulo 7: A Vida Sem Propósito

Não havia razão para viver além da busca da felicidade. Não havia metas ou objetivos a serem alcançados. As pessoas viviam apenas pelo prazer imediato, sem pensar no futuro ou nas consequências de suas ações. A vida era vazia e sem sentido, mas isso não importava, pois todos eram felizes.

Capítulo 8: A Finalidade da Existência

A vida era apenas uma preparação para a morte. Não havia nada além do presente, e o futuro era irrelevante. As pessoas viviam suas vidas sem pensar no que viria depois. A morte era vista como uma libertação, um fim bem-vindo a uma vida sem propósito ou significado.

Capítulo 9: A Ausência de Deus

Não havia Deus ou religião. As pessoas viviam suas vidas sem fé ou acreditavam em algo maior do que elas mesmas. A moralidade era determinada pelo prazer e pela felicidade, e não havia nada além disso.

Capítulo 10: O Fim Sem Rem

O fim foi visto como algo natural e inevitável, sem qualquer sentimento de tristeza ou pesar. As pessoas se despediam de suas vidas sem arrependimento ou remorso, pois acreditavam que tinham vivido plenamente e aproveitado tudo o que a vida tinha para oferecer. Não havia medo da morte, pois a vida após a morte era algo em que ninguém acreditava.

E assim, o ciclo da vida continuou em um mundo perfeito, sem tristeza, dor, sofrimento ou conflitos. Mas, por mais que tudo pareça maravilhoso, havia um vazio dentro das pessoas que nunca poderia ser preenchido com dinheiro, beleza ou prazer. Pois, sem as adversidades da vida, nunca haveria a oportunidade de crescer, aprender, amadurecer e encontrar o verdadeiro propósito da existência.

O nome deste livro oposto poderia ser "A Felicidade Ilusória".


2

Um livro que seja completamente oposto ao livro "O Existencialismo é um humanismo", de Sartre.

Capítulo 1: A Vida Sem Liberdade

A vida é completamente determinada, não há escolha, não há liberdade de ação ou pensamento. Todas as ações são predestinadas e as pessoas não têm controle sobre seus destinos. A vida é uma existência mecânica, sem propósito ou significado.

Capítulo 2: O Conformismo é a Norma

As pessoas vivem seguindo regras e padrões de vida, sem questionar ou desafiar a autoridade. A conformidade é valorizada e incentivada, enquanto a originalidade e a individualidade são reprimidas. O pensamento crítico é considerado uma ameaça ao status quo e à ordem social.

Capítulo 3: A Ausência de Responsabilidade

As pessoas não têm responsabilidade por suas ações, já que suas vidas são completamente determinadas por forças externas. Elas não precisam se preocupar com as consequências de seus atos, já que não têm controle sobre elas. A moralidade é irrelevante, já que não há escolha ou livre-arbítrio.

Capítulo 4: O Fim Justifica os Meios

As ações são medidas pelo resultado final, sem importar os meios utilizados para alcançá-los. A ética é vista como algo subjetivo e relativo, sem um conjunto de princípios orientados a serem seguidos. O sucesso é medido pela riqueza e poder, sem consideração pelos valores humanos ou a integridade moral.

Capítulo 5: A Solidão é Inevitável

As pessoas estão isoladas e desconectadas umas das outras, vivendo em uma existência solitária e sem sentido. A comunicação é limitada e superficial, sem profundidade emocional ou conexão humana real. A felicidade é vista como algo inatingível e a solidão é aceita como a condição natural da vida.

Capítulo 6: A Falta de Propósito

A vida é vista como sem propósito ou significado, já que tudo é predeterminado e as pessoas não têm controle sobre seus destinos. Não há objetivos a serem alcançados ou metas a serem perseguidas. A vida é um ciclo sem fim, sem progresso ou evolução.

Capítulo 7: A Inexistência da Verdade

Não há verdade absoluta ou realidade objetiva. Tudo é subjetivo e relativo, dependendo dos indivíduos iniciados. O conhecimento é limitado e não pode ser alcançado plenamente, já que não há uma base sólida para a verdade.

Capítulo 8: A Inexistência de Deus

Não há Deus ou designado, nenhuma força superior governa o universo ou a vida humana. A existência é sem sentido e sem propósito, sem qualquer esperança de salvação ou redenção.

Capítulo 9: A Morte Sem Significado

A morte é vista como um evento inevitável e sem significado. Não há vida após a morte, nenhuma esperança de imortalidade ou transcendência. A vida humana é vista como transitória e sem valor intrínseco.

Capítulo 10: A Insignificância da Existência

A vida humana é vista como insignificante e sem importância no grande esquema das coisas. Não há propósito ou significado para a existência humana. A vida é uma experiência sem sentido, sem importância ou sagrado. As pessoas existem apenas como uma pequena parte de um universo vasto e indiferente.

Assim, a vida é uma mera existência sem valor ou propósito, uma jornada sem destino ou finalidade. A ausência de liberdade, responsabilidade e moralidade significa que as pessoas vivem suas vidas sem desafios, sem crescimento e sem esperança. A solidão, a falta de propósito e a ausência de verdade ou elaborada tornam a vida um vazio sem fim.

Neste mundo oposto ao Existencialismo é um humanismo de Sartre, a vida é uma experiência sem valor ou propósito, sem esperança ou redenção. A existência humana é vista como insignificante e sem importância no grande esquema das coisas.

O nome deste livro oposto poderia ser "A Insipidez da Existência".


3

Os capítulos de um livro que é Completamente oposto ao livro A Insustentável Leveza do Ser, de Milan kundera.


Capítulo 1: O Insuportável Peso da Existência

A vida é uma existência sem sentido e sem propósito, um fardo pesado que as pessoas têm que carregar sem descanso. A vida é vista como uma tarefa árdua e sem esperança, sem qualquer possibilidade de alívio ou redenção.

Capítulo 2: A Conformidade é a Chave

As pessoas são incentivadas a seguir as normas e padrões, sem questionar ou desafiar a autoridade. A conformidade é valorizada e incentivada, enquanto a originalidade e a individualidade são desencorajadas. A sociedade valoriza a resistir acima de tudo, e o pensamento crítico é visto como uma ameaça à ordem social.

Capítulo 3: A Vida Sem Paixão

As pessoas vivem suas vidas sem emoção ou paixão, seguindo uma rotina monótona e sem inspiração. A vida é vista como um conjunto de obrigações tediosas e sem sentido, sem a possibilidade de prazer ou alegrias verdadeiras. A felicidade é considerada um luxo inatingível, reservada apenas para os poucos afortunados.

Capítulo 4: A Moralidade é Irrelevante

Não há um conjunto de princípios orientados a serem seguidos, a ética é vista como algo subjetivo e relativo. As pessoas não têm responsabilidade por suas ações, já que a vida é vista como uma existência sem escolha ou livre-arbítrio. O sucesso é medido pela riqueza e poder, sem consideração pelos valores humanos ou a integridade moral.

Capítulo 5: A Solidão é a Norma

As pessoas vivem em uma existência solitária e desconectada umas das outras, sem conexão emocional real. A comunicação é limitada e superficial, sem a possibilidade de desenvolver relações profundas ou expressivas. A solidão é vista como a condição natural da vida, sem qualquer possibilidade de conexão humana real.

Capítulo 6: A Vida Sem Propósito

A vida é vista como sem propósito ou significado, sem objetivos a serem alcançados ou metas a serem perseguidas. A vida é um ciclo sem fim, sem progresso ou evolução. A busca por um significado é vista como um desperdício de tempo e energia.

Capítulo 7: A Verdade Absoluta é Inatingível

Não há verdade absoluta ou realidade objetiva. Tudo é subjetivo e relativo, dependendo dos indivíduos iniciados. A busca pelo conhecimento é vista como um exercício inútil, já que não há uma base sólida para a verdade.

Capítulo 8: A Existência é Eterna

A morte é vista como algo inexistente, a vida é vista como uma existência eterna e interminável. Não há um fim para a existência humana, apenas uma continuação infinita e sem esperança.

Capítulo 9: A Importância da Existência

A vida é vista como uma experiência valiosa e significativa, uma oportunidade única de explorar o mundo e descobrir a si mesmo. A vida é cheia de possibilidades e oportunidades, e cada momento é valorizado e apreciado.

Capítulo 10: A Leveza da Existência

A vida é vista como uma experiência leve e cheia de possibilidades, uma jornada emocionante que oferece a oportunidade de descobrir o mundo e si mesmo. A vida é valorizada pela sua beleza e diversidade, e cada momento é vivido com plenitude e gratidão.

Este livro oposto à obra A Insustentável Leveza do Ser de Milan Kundera busca explorar uma visão de mundo completamente diferente. Enquanto Kundera enfatiza a leveza e a liberdade da existência humana, este livro enfatiza a pesada carga da vida sem propósito ou significado. Enquanto Kundera celebra a individualidade e a originalidade, este livro valoriza a conformidade e a obediência. Enquanto Kundera vê a vida como uma experiência única e valiosa, este livro a vê como uma tarefa tediosa e sem esperança.

Ao oferecer uma visão oposta, este livro desafia o leitor a reconsiderar suas crenças e questionar as ideias que geralmente são aceitas como verdades universais. Ele explora temas como conformidade, moralidade, solidão e propósito, oferecendo uma visão alternativa que pode levar a uma compreensão mais profunda da existência humana.

O nome deste livro oposto à obra A Insustentável Leveza do Ser, de Milan Kundera seria "A Sustentável Gravidade do Ser". O título faz referência à ideia de que a vida pode ser vista como uma carga pesada e desafiadora, mas que pode ser suportada e encontrar significado por meio do compromisso com valores e propósitos comuns.

MAPA DESTE BLOG


Aqui o que tenho a expor é aquilo que me fez pensar de um jeito e não de outro, ou seja, o resultado de minha consciência influenciada pelas condições históricas vigentes, abaixo elencadas:
  1. A (necessidade da ) sustentabilidade;
  2. A física quântica;
  3. O dualismo filosófico e existencial humano;
  4. A projeção astral, a hipnose, a meditação e a EQM;
  5. A realidade virtual e a tecnologia;
  6. Alguns aspectos da realidade atual: a sexualidade humana e sua liberdade; o aumento de casos de transtorno bipolar; o holismo; a Psicologia Transpessoal; o marxismo-leninismo, o objetivismo randiano e o existencialismo sartriano; os gastos com pesquisas em inteligência extra-terrestre, os avistamentos e documentos ufológicos; a dupla personalidade; a proposta da ciência em criar a nova era da humanidade, o antropoceno; a cultura influenciando a biologia; o código binário;    
AS OBRAS JANPOLJAN 

O meu pensamento ou visão de mundo que explico é a nova natureza real da natureza ecológica, que é a natureza que restou da devastação humana, a natureza que esse homem tenta restaurar, quase que em vão, e a natureza nova na cultura, essencialmente difundida aqui, neste blog, nas minhas redes sociais, em meus livros e em minhas obras de arte. 

A nova natureza cultural é o resultado de várias concepções baseadas em condições históricas elencadas pela necessidade da sustentabilidade.
Portanto, tem a ver com essas condições históricas e são elas que vão me fazer criar e organizar essa experiência intelectual.

Entendo que a sustentabilidade (Segundo o Relatório de Brundtland (1987), sustentabilidade é: "suprir as necessidades da geração presente sem afetar a habilidade das gerações futuras de suprir as suas".) é a base para as diversas reformas que as sociedades humanas devem fazer para abrandarem conflitos e estabelecerem relações diversas mais favoráveis à justiça, à distribuição de renda e a soluções políticas menos classistas. A sustentabilidade, ao se propor a solucionar o dilema preservar/desenvolver sem perdas significativas para esses elementos dilemáticos, cria uma base histórica para os seres humanos se dedicarem a propor a solução a outros dilemas que produzem conflitos diversos e que afetam as capacidades da humanidade de satisfazer as suas diversas necessidades. Dilemas tais como capital/trabalho, lucro/salário, Mercado/Estado, concorrência/cooperação, planejamento/liberdade (de uma classe), poder econômico/voto, direita/esquerda, matéria/ideia, concreto/abstrato, essência/existência, movimento/lei, física newtoniana/física quântica, etc, emperram a capacidade de o ser humano de ser mais satisfeito/feliz. Diante de tantos conflitos sustentados pelo oposicionismo, radicalismo e inflexibilidade e outras visões de mundo baseadas nessa unilateralidade, o ser humano precisa ater-se a novas formas de pensar e de agir, e a sustentabilidade, a física quântica, o dualismo filosófico e existencial, a projeção da consciência, as diversas religiões e o humanismo devem ser algumas das fontes de orientação.

É preciso acompanhar a sustentabilidade não apenas no âmbito ecológico-econômico, mas em toda a sua estrutura sócio-ecológica e cultural. O objetivo é uma proposta de reorganização da sociedade valorizando as classes que produzem riquezas nos âmbitos sociais, políticos, econômicos, ecológicos, culturais e humanísticos. O NOVO SOCIAL se baseia em vários princípios, eis alguns deles: (1) A sociedade são as classes que nela existem. (2) A verdade da sociedade de classes é a verdade das capacidades e necessidades dessas classes produtoras de riquezas. (3) A democracia somente se concretiza com a liberdade econômica das classes que produzem riquezas, não apenas com a liberdade do voto. (4) O Estado é a administração dos interesses das classes produtivas e de outras classes sociais, não da classe política que detem o poder. (5) A liberdade econômica também para a classe dos trabalhadores é a única garantia de sua liberdade geral para decidir os rumos da sua sociedade, de classes. (6) A partilha percentual do lucro à classe dos trabalhadores é a única forma de sua liberdade econômica. (7) A classe trabalhadora é a única classe capaz de melhorar a sociedade para todas as classes, quer dizer, para todo o povo. Etc.

Não pretendo ser considerado um pensador da Amazônia, mas apenas um tipo de homem da Amazônia. Ser pensador tem que seguir muitas regras, e por conta de tantas regras que nasci artista. As regras do desenho já romperam por mim! Mas certo rigor ou formalidade ainda se encontram nestas páginas. E é por isso que organizei aqui no início os assuntos principais que falarei no blog. Eles são os seguintes (lembrem se das denominações, eles estarão nas guias das páginas do blog, logo acima):

PÚBLICO ALVO

E para que serve esse site? Que interesse ele despertaria num ser humano? Para falar a verdade não sei! Não fiz nenhuma pesquisa sobre público alvo. E, no entanto, posso sugerir que qualquer pessoa pode se interessar pelo blog. Ou nenhuma. O que não vou achar estranho. Mas acredito que serei visitado. E alguns dos motivos eu elenquei abaixo:

a) Os visitantes que não suportam “achistas” e adoram detoná-los. Esses são os primeiros que poderão visitar o site, pois eles estão sempre caçando motivos para condenar as realidades alternativas, seja para destruir, seja para reconstruir suas novas idéias, como uma musa faz.

b) Aqueles que odeiam filosofias excludentes. Esse público pode ser do tipo que não aguenta mais ouvir a discussão de verdades que falam do mesmo todo. Por exemplo, a discussão de Aristóteles e de Platão, e dos papagaios contemporâneos, sobre a matéria e o encantado mundo das idéias. Quem principia a realidade, a matéria ou a ideia? Excluindo uma da outra, resta um sonho!

c) Os políticos por natureza, tais como eleitores, lideranças comunitárias, estudantes, etc., que não suportam mais a ideia de esquerda e direita, que existem há tanto tempo e não servem mais para nada atualmente. Por exemplo, a esquerda de hoje não é mais revolucionária, então que diferença tem da direita?

d) Os amigos, para dar uma forcinha!

e) Os inimigos para tirar uma forcinha!

f) Navegadores descuidados


O INTERESSE

Talvez o verdadeiro interesse que o site possa despertar, seja naquelas pessoas sem posição diante de assuntos que lhes interessam, mas que não lhes despertam mais a atenção devido ao esgotamento e caducidade ocorridos pelo excesso de oposicionismo entre os seus defensores.
Por exemplo, as pessoas que gostam de política e não suportam mais o oposicionismo entre os capitalistas e os socialistas. Posições que não servem de nada para o povo, pois as estratégias políticas sempre excluem os interesses de uma classe ou outra. As pessoas que não aceitam mais a briga entre brancos e negros, entre hétero e homo, entre machistas e feministas, entre pobres e ricos, entre esquerda e direita, entre abstratos e representativos, entre Deus e o Diabo, entre anjos e demônios, entre católicos e protestantes, entre matéria e ideia, entre essência e existência, entre amor e paixão/sexo, trabalho ou capital, salário ou lucro, amante ou esposa(o), Igreja ou Estado, Mercado ou Estado, Marx ou Rand, individualismo ou coletivismo, racionalismo ou materialismo, egoísmo ou altruísmo. Enfim, todo aquele que está em dúvida sobre que posição tomar em relação ao dualismo arcaico, pode se interessar pelo site, pois ele apresenta o dualismo resolvido, ou morto.

Foi o que aconteceu comigo. Não aguentava mais tanta dúvida. Teorias daqui e teorias dali, brigas de cá e brigas de lá, quem vai ter a razão? Todos, e ao mesmo tempo, ninguém. Ambos falam da mesma coisa, mas de ângulos diferentes, defendendo partes e não o todo. 

Vivemos em época que temos certeza que a pluralidade, imitando a diversidade, é a onda do momento eterno. Já dizia um escritor que se eu tenho apenas uma opção, sou um robô, se tenho duas, vivo em dúvida, o melhor é que se tenha pelo menos três opções. Eu concordo, mas digo o seguinte, que continuemos com as duas , mas sabendo que ambas são parte do mesmo todo e que ambas geram as condições de uma terceira, que é a que deixa livre as duas para funcionarem melhor dentro do todo, mas sem morrer.

AS ABAS, A PÁGINA RECENTE E O ARQUIVO DESTE BLOG
As abas são o espaço onde coloco o essencial do meu pensamento, uma espécie de estrutura de pensamento. A página RECENTE é onde a publicação mais nova aparece que desaparece assim  que nova publicação surgir. O ARQUIVO deste blog é onde você encontrará todas páginas que foram publicadas na página RECENTE, com exceção das publicações que foram postas no ARQUIVO MORTO, que é o local deste site para onde vão publicações que não tem muito a ver com o essencial do blog ou são desatualizadas de mais, como por exemplo, sobre o FÓRUM SOCIAL MUNDIAL em Belém do Pará- Brasil, em 2009.
Então, chegou a hora de adentrarmos no site  A NOVA NATUREZA em suas abas explicando cada uma delas. Ei-las:


RECENTE
O início, como o próprio nome diz é aonde tudo começa. Nessa parte está o mapa do site, como estão vendo.

MEUS LIVROS
Nesta aba apresento os meus livros. Cada livro segue, geralmente, o que instrui as abas deste site. Ou seja, é o assunto aprofundado.

ARTE 
Aqui mostro a minha arte que, geralmente, se baseia nessas ideias mostradas em todo o site, em especial nas abas. A coloquei em terceiro lugar pensando nos cansados de tudo, pois eles sempre não querem ter trabalho demais para encontrar algo. Também pensei que após os livros, as minhas obras de arte são, ou tentam ser, a aplicação sensorial do que penso, a primeira materialização ou aplicação prática, não teórica, de tudo que penso.

APRESENTAÇÃO 
Aqui, como o nome diz, apresento o site.

INTRODUÇÃO
Aqui apresento o que seria A NOVA NATUREZA,  a natureza ecológica, destruída e cansada, somada àquela que tentam reconstruir; bem como a natureza como a nova "essência" das coisas e não coisas do mundo, a natureza geral que, por enquanto, somente eu tento explicar.
Exponho as condições históricas para o nascimento dessas ideias: a sustentabilidade, ou sua necessidade, é a base histórica, seguida de outros acontecimentos importantíssimos, tais como a física quântica, o dualismo filosófico e existencial, a projeção da consciência (âmbito espiritual), entre outros.
Esses acontecimentos diversos baseados em dualidades são a fonte teórica do que apelido HOLORREALISMO, OU A COSMOVISÃO ou ainda a HOLORREALIDADE DE JANPOLJAN.

SUSTENTÁVEL
Aqui expomos a questão da sustentabilidade como CONDIÇÃO HISTÓRICA imprescindível para o pensamento e a arte aqui apresentados. também pode ser mostradas o que se entende aqui como sustentabilidade e o que se pode fazer, nestas orientações, para a preservação do meio ambiente.

METAFÍSICO
Nesta página exponho os conceitos básicos do mundo invisível (não confundir com o mundo espiritual). Os conceitos que principiam e organizam o que chamo de HOLORREALISMO. São, primordialmente, as relações de influências entre a essência, a existência e o meio (espaço-tempo) e o resultado disso como influência no ambiente humano e vice-versa.  Também faz uma relação inexorável entre a essência-existência da metafísica e a preservação-desenvolvimento da sustentabilidade, afirmando que são espelhos material e imaterial do mundo. afirma que o trabalho básico de todos os seres é a preservação e o desenvolvimento.

MÉTODO
Como o próprio nome diz, é o espaço onde mostro o método que utilizo para criar os textos, as explicações, os pensamentos, as ideias e ideais, bem como as artes desse site e os meus livros. São as regras de criação e de interpretação do mundo.

SOCIAL
Agora adentramos no âmbito da sociedade de classes, a nossa sociedade atual. É lógico que aqui explano a sociedade que, pelo método e as "teorias" aqui expostas, não poderia deixar de mostrar a visão particular de uma nova sociedade baseada em um NOVO SOCIAL, na valorização das classes que produzem todas as riquezas e nas consequências que isso dará na sociedade humana, além disso, o que se deveria fazer para livrar as classes produtivas da ambição dos políticos classistas.

TRABALHISMO
Minha aposta é no trabalhismo econômico, o trabalhismo que erradica o poder dos políticos de decidir os rumos da economia dos que produzem riquezas. Um trabalhismo que permite a liberdade econômica da classe dos trabalhadores, ou seja, livrar-se da exploração do capitalista e dos políticos classista, sem no entanto, se dirigir ao viés socialista ou se permitir que o capitalismo continue nesse degrau, mas se propor a renová-lo com um humanismo que começa pela liberdade de fato das classes que produzem as riquezas da sociedade de classes.

POLÍTICO
Nesta aba apresento assuntos estruturais relativos à política das classes, à política que favorecerá às classes que produzem riquezas e ajudará o capitalismo a se tornar humanista. Nesta política, o Estado é ECOLÓGICO, quer dizer, não econômico, ou seja, gerente dos recursos naturais voltados para o lucro; os políticos, a política econômica, os políticos são todos voltados para os interesses das classes que produzem riquezas; a democracia é o poder das classes; etc.

ECONÔMICO
Nesta aba apresento o essencial sobre a proposta econômica para o capitalismo humanista e a liberdade das classes produtivas. A economia das classes precisa de uma doutrina econômica liberal, mas liberal das classes produtivas, quer dizer, trabalhadores e capitalistas. E, para isso, não tem jeito, é necessário permitir que a classe dos trabalhadores tenham também a sua liberdade econômica e que os políticos classistas deixem de existir e mandar onde não têm propriedades para tal.

PSICOLÓGICO
A intenção nesta área do site é se permitir que se apresente o essencial da psique que tenho para pensar do jeito que penso e, ademais, para apresentar a estrutura de uma pretensa psicologia do homem sob a sustentabilidade de fato, sob a metafísica inclusiva, sob uma filosofia sustentável e sob uma sociedade onde as classes estão livres economicamente.

ESPIRITUAL
Nesta aba mostro o essencial sobre o meu pensamento em torno do fator espiritual. O básico é que o homem é um espírito num corpo e que o homem só pode ter experiência espiritual se ele assumir isso e, ao assumir, se permitir sair do corpo (projeção astral) e viver a parte espiritual no próprio mundo do espírito, que não é nessa dimensão especificamente material densa. A intenção é mostrar aqui, na página RECENTE e nos ARQUIVOS(depois de o texto sair da página RECENTE) textos que vão complementando o objetivo do blog, que é mostrar o denomino de LIVRE-ESPIRITUALISMO. Registrarei experiências e técnicas voltadas para a experiência espiritual mais intensa e verdadeira que a humanidade está desperdiçando por conta de dogmatismos, preconceitos, fantasias etc. Além disso, em breve estarei publicando o livro sobre o assunto.

FRASES
Aqui publicarei simplesmente frase aleatórias com ou sem finalidades de complementar a proposta do site.

MEUS VÍDEOS
Como o título desta aba mostra, aqui o assunto são meus vídeos, mas não serão mostrados todos e sim apenas alguns, para não ficar muito pesado. Será apresentado o link para o canal "O HOLORREALISMO" no  Youtube, onde estão todos os meus vídeos.

PROSA E VERSO
A intenção aqui é mostrar textos diversos em prosa ou em versos como uma aplicação do Holorrealismo à literatura. Também posso apresentar algum livro.

PROJETOS
Como o próprio nome diz, aqui serão mostrados PROJETOS que criei, concretizados ou não.

EU
Nesta aba me apresento: nome, profissão, idade, fotografias, sonhos, planos etc.

PREFERÊNCIAS
Aqui, eu não poderia deixar de mostra coisas que gosto, afinal, eu moro no mundo e a cultura desse universo humanos e, quem sabe, em breve, sonho, uma cultura humanoide extraterrena, possa também aparecer aqui como minhas preferências.

ARQUIVO MORTO
Nesta parte do site eu apresento os arquivos que não tem motivo para serem apresentados nos ARQUIVOS deste blog e que, por contarem a história do blog e do meu pensamento, não precisam ser apagados, tendo uma página especial para eles.

O blog J. JANPOLJAN nunca estará completo, pois essa é a missão até que se morra o autor. Tanto ABAS quanto página RECENTE poderão sofrer alterações ao longo do tempo, pois seguirá um conselho da ciência: estar aberto às novas descobertas e contribuições do conhecimento e da tecnologia.

Espera-se que este espaço virtual sirva para algo, menos para aborrecê-lo, pois esta não é a sua intenção.
Por fim, como o meu humor é duplo, triplo ou sei lá como, tudo é escrito para o bom humor.

O MEU PRIMEIRO LIVRO "O LAGO DOS PEIXES ETERNOS"



Uma fábula sobre preservação ambiental e desenvolvimento. Uma historinha contada por um peixe velho, falante e sábio e um jovem pássaro carão. Uma história bem humorada que faz uma relação entre os elementos da sustentabilidade - preservação e desenvolvimento - e os elementos da metafísica - essência e existência. Na historinha contada por esses animaizinhos exponho a meta da preservação ambiental e do desenvolvimento e a sua relação com a nossa vida
sustentabilidade é tão importante para a humanidade que necessitamos ler sobre ela para que tenhamos o máximo de noções que nos deixem aptos a ter ações apropriadas a seu favor. Com isso, aprenderemos sobre o que pode concretizá-la e o que ela pode ajudar a concretizar na vida humana. 
O livro de minha autoria O LAGO DOS PEIXES ETERNOS é uma dessa leituras que, numa linguagem simples, pode nos despertar uma grande ideia e fazer acréscimos em nosso pensamento e ação para ajudar na preservação ambiental e no desenvolvimento da sociedade.

Compre o livro e acompanhe a sustentabilidade na transformação da sociedade humana.




MÚSICA E LITERATURA: O TEMPO E A COMÉDIA DIVINA

Eu ia passando em uma rua de Belém e, quando olhei para a calçada a minha direita, eu vi um homem - parecia um mendigo - com um livro velho na mão. O fato curioso é que a casa que ele estava na frente - eu acho que ele estava pedindo comida - estava tocando a música Time, do Pinky Floyd. Aí olhei bem em sua mão para ver qual era o livro. Era a Divina Comédia, de Dante Alighieri. Bem, mas fiquei curioso com aquilo: um pedinte querendo comer, com um livro clássico nas mãos e a música do Pinky Floyd ao fundo. Tão curioso que perguntou a ele o seguinte: 

— Senhor! Eu não sei exatamente o que tem a ver ouvir bem alto a música "Time", de Pinky Floyd, lendo o começo do livro "A Divina Comédia", de Dante Alighieri. Diga-me, que inspiração eu posso tirar dessas duas coisas? 

Ele me respondeu assim: — Embora a música "Time" de Pink Floyd e o livro "A Divina Comédia" de Dante Alighieri possam parecer desconexos à primeira vista, eles têm algumas semelhanças temáticas e podem inspirar ideias sobre o tempo e a jornada da vida. 

— Tem sentido — eu disse a ele. 


E ele continua: 

— A música "Time" de Pink Floyd é uma reflexão sobre o passar do tempo e como as pessoas muitas vezes se sentem presas em suas rotinas diárias, sem perceber que o tempo está passando rapidamente. O livro "A Divina Comédia" também trata de uma jornada que se passa ao longo do tempo, seguindo uma jornada de Dante através do Inferno, do Purgatório e do Paraíso. Ao longo do caminho, ele encontra muitos personagens que representam diferentes aspectos da vida e da mortalidade. 


— Verdade! — Exclamei. 

— Uma inspiração possível que você pode tirar essas duas obras é a importância de viver plenamente cada momento, em vez de simplesmente deixar a vida passar. Tanto a música quanto o livro sugerem que a vida é preciosa e limitada, e que é importante aproveitar ao máximo cada momento. Eles também mostram que, embora a vida possa ter contraltos e baixos, há sempre a oportunidade de encontrar significado e redenção nessa jornada. 

O homem continua: 

— Nós passamos pela vida e não damos a observação à arte que nos cerca. Nós não damos atenção intelectual às obras profundas que apenas valorizamos com os sentimentos, como boas sensações e às emoções. Nunca raciocinamos sobre o significado intelectual, quando, na verdade, devemos estar atentos a tudo — disse o homem que nem comida tinha. 

Para terminar, ele disse o seguinte: 

— Em última análise, a inspiração que você pode tirar dessas obras depende de como você as interpreta pessoalmente. Mas espero que essa conexão entre as ideias do tempo e da jornada da vida possa ajudá-lo a encontrar alguma inspiração em ambas as obras — Finalizou o maltrapilho homem. 

— Mas espero que essa conexão entre as ideias do tempo e da jornada da vida possa ajudá-lo a encontrar alguma inspiração em ambas as obras — Finalizou o maltrapilho homem. 

Ele olhou bem dentro dos meus olhos e sumiu. 

Fiquei parado ali, olhando para o vazio, refletindo sobre as palavras do mendigo e a conexão entre as duas obras que, à primeira vista, pareciam tão distintas. Mas, agora, eu consegui perceber a relação entre elas: ambas falam da vida, do tempo e da jornada que cada um de nós faz.

Enquanto a música de Pink Floyd alerta para o tempo que passa e que muitas vezes ignoramos, a Divina Comédia de Dante nos mostra que a vida é uma jornada que começa no inferno, passa pelo purgatório e pode chegar ao paraíso.

Mas, afinal, o que é a vida? Será que ela é apenas uma passagem, um breve momento em que estamos aqui para cumprir algum propósito maior? Ou será que ela é um fim em si mesmo, uma oportunidade única de experimentar o mundo e nos descobrirmos como seres humanos?

Essas são perguntas que vêm à mente quando pensamos na vida e no tempo que temos para vivê-la. Talvez a mensagem que o mendigo queria passar era que não devemos nos contentar em apenas viver, mas sim em viver de forma plena e consciente, aproveitando cada momento como se fosse o último.

A arte, como a música e a literatura, pode nos ajudar nessa tarefa, pois nos faz pensar sobre a vida de uma forma mais profunda e reflexiva. Assim, podemos encontrar inspiração para seguir em frente e enfrentar os desafios que surgem em nosso caminho.

Depois de ter olhado para o livro que o mendigo segurava em suas mãos, a Divina Comédia, pensei que talvez a vida seja uma comédia divina, cheia de altos e baixos, risos e lágrimas, mas sempre com a possibilidade de encontrar o caminho para a redenção e a felicidade.

E, ao som da música "Time" de Pink Floyd, senti que o tempo que passa pode ser nosso aliado, se soubermos aproveitá-lo da melhor forma possível. Porque, afinal, a vida é uma jornada única e irrepetível, e cabe a cada um de nós fazer dela o que quisermos.

Aqui eu falei do tempo e da vida que se perde ao fazer-se peça de uma obra na história da Humanidade que não é a sua própria.

Mulher com bolsa esperando o ônibus na Br II e outras fotografias



 "Mulher com bolsa esperando o ônibus".

A mulher com bolsa espera o ônibus
Sua mente fica a divagar pelo caminho
Pensando no trabalho, na vida a caminho
E a vida que espera ou o que ela ainda não conhece

Sua bolsa pesada como seu coração
Tudo que ela tem carrega com ela
Com seu olhar distante mas seu corpo aqui
A espera do ônibus que a levará ao destino

Quem diria que a vida é assim tão cíclica
De desejo e espera, de lutas e lágrimas
Mas ela não desiste e vai lutar
Por seus sonhos e por sua sorte

O ônibus chega e ela embarca
E vai pro seu destino com a cabeça erguida
Ela sabe que vai mais longe e com mais força
E que a vida é tão curta pra ser desperdiçada.





"Mulher com bolsa esperando o ônibus olhando sua vida no espelho".

1.
Mulher com bolsa esperando o ônibus
Olhando sua vida no espelho
As provações, as alegrias
O passado se mistura com o futuro

A vida tão curta, tão efêmera
Onde o que passou já não volta
Mas o que está por vir, ainda não se sabe

Tudo o que se tem é o presente
Onde os sonhos se misturam com o que é real
Para aproveitar o melhor que a vida oferece
Mulher com bolsa esperando o ônibus

2.
Mulher com bolsa esperando o ônibus
Olhando sua vida no espelho
Percebendo as mudanças e as chances
O que se foi e o que ainda falta

O que não se pode recuperar
E o que ainda não se alcançou
Esperando que a vida seja mais do que o que vê

Não há como mudar o passado
Mas o que está por vir, ainda não se sabe
Mulher com bolsa esperando o ônibus
Vendo sua vida no espelho

3.
Mulher com bolsa esperando o ônibus
Olhando sua vida no espelho
As tristezas, as alegrias
Tudo o que foi, o que está e o que pode ser

Refletindo no que foi feito
E o que ainda não se alcançou
Esperando que o futuro seja mais do que o que vê

Não há como mudar o passado
Mas o que está por vir ainda não se sabe
Mulher com bolsa esperando o ônibus
Vendo sua vida no espelho





 

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Resumo do Livro — O LIVRE-ESPIRITUALISMO

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